terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
A neve cobriu de branco a nossa escola. Foi lindo!
Cai Neve!!! Cai Neve!!!
Cai Neve, cai neve!!!
Cai Neve
No jardim.
Todos riem suavemente.
Os flocos caem nas árvores.
os alunos não conseguem
Concentrar-se com tanta
Alegria!
No chão derretem os
Flocos de Neve.
As crianças de alegria
atiram bolas umas às outras.
Falam, falam
E não se calam!!!
Pares amorosos namoram
À chuva da Neve.
Tenham cuidado!!!
Ainda se constipam!
Com esta neve.
Agasalhem-es bem.
Isto são avisos.
Bem que precisam!
Patrícia, nº 22 do 6ºB
Cai Neve
Cai Neve
Era por volta das 9h da manhã, quando uma súbita voz nos anuncia que está a cair neve, fascinados corremos para a próxima saída. Vendo aquela maravilha pela primeira vez sorri, um simples sorriso revela tudo. Como toda a gente faz logo de seguida, brinca com a neve, desde a batalha de bolas aos anjos emoldurados no manto branco.
Esta história aconteceu na escola, embrulhada no súbito manto de neve. Mas o pior estava prestes a acontecer, a neve estava a derreter, mas por apenas ver o sorriso das crianças, começou novamente a nevar.
E assim foi a primeira vez que caiu neve em Vila das Aves.
Esta história aconteceu na escola, embrulhada no súbito manto de neve. Mas o pior estava prestes a acontecer, a neve estava a derreter, mas por apenas ver o sorriso das crianças, começou novamente a nevar.
E assim foi a primeira vez que caiu neve em Vila das Aves.
Ana Ribeiro, nº2 do 6ºB
Cai neve em Vila das Aves
Olho para um monte de neve branco
Mas a neve pára de vez em quando
Vêem-se bolas no ar
Porque os miúdos não param de atirar

De repente a neve cai com mais intensidade
E os vidros ficam com muita humidade
E está um frio de rachar
Temos de nos agasalhar
Os professores deixam espreitar
Temos de ter cuidado para não nos molhar
A neve desaparece
E toda a gente se aquece
Cai neve em Vila das Aves
Olho para um monte de neve branco
Mas a neve pára de vez em quando
Vêem-se bolas no ar
Porque os miúdos não param de atirar

De repente a neve cai com mais intensidade
E os vidros ficam com muita humidade
E está um frio de rachar
Temos de nos agasalhar
Os professores deixam espreitar
Temos de ter cuidado para não nos molhar
A neve desaparece
E toda a gente se aquece
Cláudia Ferreira, nº8 do 6ºB
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
2º Ciclo - Recolha de Reis e Janeiras
Este trabalho foi realizado no âmbito da disciplina de Língua Portuguesa.
Ainda agora aqui cheguei
Já pus o pé na escada
Logo o meu coração disse
Que aqui mora gente honrada
Viva lá o senhor...

Usa o seu chapéu direito
Quando vai pela rua fora
Todos lhe guardam respeito
Viva lá a senhora...
Raminho de palma branca
Ainda anda neste mundo
Já no céu é uma santa.
Boa noite meus senhores
Boas noites vimos dar
Vimos pedir as Janeiras
Se nos quiserem dar
Viva lá senhor António
Raminho de bem-querer
Se a sua pipa tem vinho
Venha dar-nos de beber
Viva a senhora Maria
Raminho de salsa crua
Debaixo da sua cama
Nasce o Sol e pôe-se a Lua
Menina que está lá dentro
No banquinho de cortiça
Deite os olhos ao fumeiro
Dê p'ra cá uma chouriça

Levante-se lá senhora
Do seu banquinho de prata
Venha dar-nos as Janeiras
Que está um frio que mata.
Obrigado nobre gente
Escutai e ouvireis
Acordai com o vosso sono
Vinde ouvir os santos reis
Deus vos dê festas felizes
Estimados moradores
Que a benção de Deus vos cubra
De virtudes e louvores
Aos três reis do Oriente
Uma estrela apareceu
Convidando-os a adorar
O Menino que nasceu
Vou deitar as despedidas
Por cima de um vai-e-vem
Fiquem na paz do Senhor
Até ao ano que vem.
Leitura Domiciliária - Dezembro
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
domingo, 14 de dezembro de 2008
sábado, 13 de dezembro de 2008
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
3º ano - EB1/JI de Quintão nº1 - A Menina Gotinha de Água
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Leitura Domiciliária - Novembro
sábado, 29 de novembro de 2008
3º ano - EB1/JI de Quintão nº1 - O Sol

O Sol é fonte de vida porque sem ele não conseguíamos viver. É uma estrela que está perto da Terra e que nos dá luz e calor. É a estrela central do sistema solar. A massa do Sol é 333 000 vezes superior à da Terra e a sua luz demora 8 minutos e 18 segundos a chegar a Terra. O Sol é importante na produção da vitamina D e, ao mesmo tempo, fortalece os ossos. Ajuda também a melhorar a circulação sanguínea. Mas entre as 11 e as 16 horas devemos evitar a exposição ao Sol porque envelhece e queima a pede, podendo dar origem ao cancro da pele. De
vemos sempre utilizar um protector solar adequado à pele, principalmente quando vamos à praia ou à piscina. O Sol pode também ajudar as pessoas a orientarem-se e a saber, mais ou menos, as horas. Sem o Sol, as águas gelavam, as plantas não cresciam e os animais morriam. Assim, deixava de haver vida na Terra. É por isso que o Sol é muito importante!quinta-feira, 20 de novembro de 2008
3º ano - EB1/JI de Quintão nº1 - A História da Aranha Leopoldina
1º ano - EB1/JI de Quintão nº1 - Era uma vez...

Era uma vez um menino chamado João que vivia com a mãe. Esse menino era muito pobre, não tinha dinheiro e a única forma de arranjar dinheiro era vender a vaca que tinha na loja.
Um dia, o João decidiu levar a vaca à feira e no caminho viu um homem que lhe trocou a vaca por feijões.
O João levou os feijões para casa e a mãe deitou-os pela janela fora e no outro dia os feijões estavam crescidos.
O João subiu pelo pé do feijão e no cimo havia uma casa com uma velhota que lhe disse que ali morava um gigante muito mau. O João não fez caso e insistiu para entrar e entrou. O João viu o gigante com uma galinha que punha ovos de ouro. O gigante virou costas e o João foi buscar a galinha e levou-a para casa e ficaram ricos. O menino resolveu voltar lá outra vez para trazer uma harpa do gigante. O gigante virou costas e o João foi lá buscar a harpa, mas, ao sair da casa, o rapaz fez barulho e o gigante foi atrás dele. Depois, o João gritou pela mãe para ela cortar o pé do feijoeiro e a seguir o gigante caiu e fez um buraco na terra e desapareceu para sempre.
O João levou os feijões para casa e a mãe deitou-os pela janela fora e no outro dia os feijões estavam crescidos.
O João subiu pelo pé do feijão e no cimo havia uma casa com uma velhota que lhe disse que ali morava um gigante muito mau. O João não fez caso e insistiu para entrar e entrou. O João viu o gigante com uma galinha que punha ovos de ouro. O gigante virou costas e o João foi buscar a galinha e levou-a para casa e ficaram ricos. O menino resolveu voltar lá outra vez para trazer uma harpa do gigante. O gigante virou costas e o João foi lá buscar a harpa, mas, ao sair da casa, o rapaz fez barulho e o gigante foi atrás dele. Depois, o João gritou pela mãe para ela cortar o pé do feijoeiro e a seguir o gigante caiu e fez um buraco na terra e desapareceu para sempre.
domingo, 16 de novembro de 2008
Concurso - Dia Internacional da Biblioteca Escolar
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Exposição / Concurso - S. Martinho
A Lenda
Diz a lenda que quando um cavaleiro romano andava a fazer a ronda, viu um velho mendigo cheio de fome e frio, porque estava quase nu.
O dia estava chuvoso e frio e o velhinho estava encharcado.

O cavaleiro, chamado Martinho, era bondoso e gostava de ajudar as pessoas mais pobres.
Então, ao ver aquele mendigo, ficou cheio de pena e cortou a sua grossa capa ao meio, com a espada.
Depois deu metade da capa ao mendigo e partiu.
Passado algum tempo a chuva parou e apareceu no céu um lindo sol.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Exposição / Concurso - A vida e a obra de cinco escritores
De cada escritor, a história inédita mas também a sua biografia mais íntima, o segredo que o levou a escrever, o quotidiano desvendando em imagens e palavras únicas, cujo o encanto se alia às recordações de infância mais sentidas.
1º ano - EB1/JI de Quintão nº1 - Os Sete Cabritinhos

A mãe cabritinha vivia numa casinha pequena com os seus filhos.
Numa linda manhã disse aos filhos que ia fazer compras e não podiam sair de casa.
Mas, o lobo escutava-a por detrás de uma árvore.
Quando a mãe saiu, o lobo bateu à porta dos cabritinhos e conseguiu entrar.
O mais novo conseguiu esconder-se dentro do relógio da sala e o lobo comeu os outros.
Quando a mãe chegou, ele saiu do relógio e contou tudo à mãe.
Os dois foram à procura do lobo que estava a dormir debaixo de uma árvore e cortaram-lhe a barriga para tirar os outros cabritinhos e meteram-lhe pedras. No fim, todos juntos, empurraram o lobo para o ribeiro e morreu afogado.
Numa linda manhã disse aos filhos que ia fazer compras e não podiam sair de casa.
Mas, o lobo escutava-a por detrás de uma árvore.
Quando a mãe saiu, o lobo bateu à porta dos cabritinhos e conseguiu entrar.
O mais novo conseguiu esconder-se dentro do relógio da sala e o lobo comeu os outros.
Quando a mãe chegou, ele saiu do relógio e contou tudo à mãe.
Os dois foram à procura do lobo que estava a dormir debaixo de uma árvore e cortaram-lhe a barriga para tirar os outros cabritinhos e meteram-lhe pedras. No fim, todos juntos, empurraram o lobo para o ribeiro e morreu afogado.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Exposição - Terramoto de 1755
Do séc. XVI ao séc. XVIII, Lisboa, que era a capital do país, tinha crescido em população e área.
Os seus limites alteraram-se. A cidade era já a "Lisboa das sete colinas" e a sua população rondava os 250.000 habitantes.
No dia 1 de Novembro de 1755, um violento terramoto destruiu a parte baixa da cidade de Lisboa e provocou enormes incêndios, pilhagens e terror em toda a capital.
Neste horrível desastre morreram mais de 20.000 pessoas e ficaram em ruínas cerca de 10.000 edifícios, entre eles o Paço da Ribeira.
Esta exposição de trabalhos de alunos do 2º Ciclo, foi dinamizada pelo grupo de História e Geografia de Portugal.
Os seus limites alteraram-se. A cidade era já a "Lisboa das sete colinas" e a sua população rondava os 250.000 habitantes.
No dia 1 de Novembro de 1755, um violento terramoto destruiu a parte baixa da cidade de Lisboa e provocou enormes incêndios, pilhagens e terror em toda a capital.
Neste horrível desastre morreram mais de 20.000 pessoas e ficaram em ruínas cerca de 10.000 edifícios, entre eles o Paço da Ribeira.
Esta exposição de trabalhos de alunos do 2º Ciclo, foi dinamizada pelo grupo de História e Geografia de Portugal.
Subscrever:
Mensagens (Atom)























