quarta-feira, 17 de junho de 2009

"Vem aí o Zé das Moscas"

Havia um homem que estava sempre a ouvir zumbidos. Então, passava a vida a queixar-se a quem passava por ele. Entretanto, houve alguém que disse para ele ir ao médico. Mas o médico não o ajudou, só disse para o homem enxotar as moscas que tinha á volta da cabeça. "Zute, moscas!" Dizia o homem a toda a hora. Depois os vizinhos dele não conseguiam dormir e fizeram queixa ao comandante da policia. O polícia disse ao homem para ir ao advogado. O advogado disse ao pobre do homem para ir ao veterinário, mas ele também não o ajudou. O veterinário mandou o homem ir ao Juiz. O Juiz autorizou o homem a matar as moscas todas. Então, quando pousou uma mosca na careca do Juiz, o homem deu-lhe uma paulada e ficou curado.

Beatriz Beja Amado
Sou um Boneco de Neve

Sou um boneco de neve, branquinho com um cachecol e um chapéu, bem coloridos, tenho mãos bem reais. Ao longe vejo duas crianças que dizem:
- Que lindo boneco de neve! Até parece que está vivo!
Vejo pessoas a esquiar e outras a andar de trenó.
Agora, vou aproveitar para ter crianças e famílias à minha volta, porque quando o tempo começar a aquecer irei derreter por causa do calor.

Francisco Alves
"Os três irmãos"

Era uma vez três irmãos. Um chamava-se Ruca, o outro Jorge e o último, chamava-se Luís. Eles viviam numa grande cidade onde não havia ar puro.
Um dia, o Ruca disse ao pai que queria ir viver para uma pequena e bonita aldeia. O pai do Ruca concordou com a ideia. O Jorge e o Luís também concordaram. Então, foram de seguida para a aldeia. Na aldeia, só havia oito habitantes. Havia uma menina de cabelos loiros chamada Anabela. A Anabela começou a gostar do Ruca. Eles faziam anos no mesmo dia. Fizeram uma grande festa com os amigos cheia de divertimentos.
Francisco Beja Amado
Como é que o porco - veludo se tornou no porco - espinho?

Um dia o avô Artur que era agricultor e que sabia muitas histórias sobre animais, contou á sua neta «Como é que o porco - veludo se tornou no porco - espinho?» Há muito tempo atrás o porco - espinho, chamava-se porco - veludo, não tinha defesas e por isso passava o tempo todo escondido. Mas como precisava de se alimentar tinha de deixar o seu esconderijo de tempos a tempos. O gentil porco - veludo queixava-se frequentemente ao musaranho que, embora não estivesse mais protegido era mais ágil e veloz. Estava tão triste que um dia decidiu enfrentar o medo, deixando o seu esconderijo ao pé de uma árvore e partiu á descoberta do mundo, os seus amigos pássaros tentaram alertá-lo, quanto ao perigo que corria mas ele estava decidido. Passado algum tempo encontrou uma raposa que queria comer, foi então que ouviu uma voz: - Corre, porco - veludo, corre para aqui! Nós escondemos-te! Quem falava era uma flor de roseira, ele estava tão assustado que nem pensou, escondeu-se no meio das flores e ficou ferido com espinhos, a raposa ao tentar atacá-lo também ficou ferida e acabou por fugir. Os passarinhos vieram ajudar, tirar - lhe os espinhos. Durante a noite, enquanto dormia algo aconteceu, onde estavam as feridas dos espinhos das rosas estavam picos. O porco - veludo tinha-se tornado num porco - espinho e assim já se podia defender dos outros animais.
Maria Gonçalves Machado
A Caixa


Era uma vez um homem que decidiu construir uma caixa. Queria pôr dentro da caixa todas as suas coisas para que ninguém lhes tocasse. Resolveu então fazer uma caixa enorme porque tinha diversas coisas para guardar.
Para construir a caixa foi comprar placas de madeira, cola e pregos. Como só trabalhava ao fim de semana, por causa do seu emprego que não lhe deixava tempo livre, andou sete anos a acabar a caixa.
Ao longo dos sete anos foi comprando mais coisas, e por isso reparou que a caixa tinha de ser cada vez maior para caber tudo lá dentro.
Finalmente ficou pronta a caixa. O homem teve de comprar um guindaste para arrancar a sua casa da terra e transportá-la para dentro da caixa. Depois, levou todas as outras coisas que entretanto tinha comprado e meteu-se ele também, todo contente, dentro da caixa. Apercebeu-se então que só faltava o guindaste, assim, abriu uma porta grande num dos lados da caixa e puxou o guindaste para dentro.
Como estava escuro dentro da caixa, abriu duas janelas mesmo por cima da porta e finalmente adormeceu feliz.
No dia seguinte, saíu com o carro pela porta que tinha feito na caixa, foi trabalhar e quando voltou reparou que a caixa, vista de longe, era parecida com a sua casa. O homem pensou então que afinal ainda havia uma coisa que não estava dentro de uma caixa: a sua caixa, e por isso teria de fazer outra caixa para colocar esta caixa lá dentro, e quantas mais caixas fizesse mais caixas tinha de fazer. Isso nunca mais acabaria.
Decidiu portanto destruir a caixa que tinha construído e ficou com lenha suficiente para se aquecer durante o resto da sua vida. Afinal a caixa não lhe serviu para nada, a não ser para se aquecer nas noites frias.
José Manuel

terça-feira, 16 de junho de 2009

9º B - Jogo "Um Mundo Muitas Culturas"

No âmbito da Área de Projecto, os alunos do 9º B realizaram e ofereceram à BE/CRE o jogo "Um Mundo Muitas Culturas".

segunda-feira, 15 de junho de 2009

3º G - EB1/JI de Bom Nome - Amigos para sempre...

Era uma vez um gato que não tinha amigos, mas também não fazia nada por isso.
Certo dia, o gato viu um rato que se tinha perdido e pensou, porque não o ajudar e ficar com um amigo. Foi então ter com ele:
- Olá precisas de ajuda? E o rato respondeu:
- Achas que acredito em gatos malvados como tu?
- Mas eu só quero ajudar!
- Não preciso de ajudas e lá continuou a caminhar.
O gato ficou triste, sentiu-se só e abandonado.
O rato ao ver o gato triste, achou que estava a ser injusto, aproximou-se e perguntou-lhe:
- Queres ser meu amigo? E o gato respondeu:
- É claro que sim, gostava muito de ter um amigo!
Foi então que a partir daquele dia nunca mais se separaram, ficaram a saber, que a amizade não escolhe raças e foram amigos para sempre.
Diana 3ºG

sábado, 13 de junho de 2009

2º B - EB1/JI de Bom Nome - O menino da bola de trapos

Era uma vez, uma bola de trapos de um jovem que tinha sete anos. Ele era muito pobre e gostava muito de jogar à bola. Ele pedia para os pais o deixarem jogar mas eles não tinham dinheiro.
Um dia um homem viu-o jogar na rua e disse:
- Ó meu rapaz, se tu quiseres eu dou aos teus pais algum dinheiro para entrares nas escolinhas.
E ele disse:
- Sim, sim por favor, eu ia adorar ser jogador.
Marco 2ºB

2º B - EB1/JI de Bom Nome - O Paralelepípedo e a Esfera

Era uma vez um Paralelepípedo que um dia foi ao jardim zoológico.
Encontrou uma Esfera e perguntou:
- Queres ser minha amiga?
A Esfera respondeu:
- Sim.
Depois o Paralelepípedo perguntou:
- Queres acabar de ver o jardim zoológico comigo?
A Esfera respondeu:
- Sim, gostava muito.
Depois o Paralelepípedo e a Esfera lá acabaram de ver o jardim zoológico.
O Paralelepípedo disse:
- Gostei muito do jardim zoológico!
E depois a Esfera disse:
- Também gostei muito!

O Paralelepípedo perguntou:
- Queres vir à minha casa lanchar?
A Esfera respondeu:
- Sim.
Então o Paralelepípedo e a esfera lá foram para casa do Paralelepípedo.
Quando chegaram lá, a Esfera viu uma taça e perguntou:
- A taça é tua?
O Paralelepípedo respondeu:
- Sim.
A Esfera disse:
- Fica sabendo que a taça é muito bonita!
Depois o Paralelepípedo disse:
Fui eu que ganhei a taça numa corrida de rally.
De seguida a Esfera perguntou:
- Já podemos lanchar?
O Paralelepípedo respondeu que sim.
Eles lá começaram a lanchar. Quando acabaram de lanchar a Esfera disse:
- Paralelepípedo, o lanche estava muito bom!
Depois ficaram muito tempo na conversa, até que o Paralelepípedo disse à Esfera para ir para casa dormir.
E então como já era tarde o Paralelepípedo foi também dormir e teve um sonho muito agradável com a sua amiga esfera.
Pedro 2ºB

sexta-feira, 12 de junho de 2009

3º C - EB1/JI de Bom Nome - O Soldadinho de Cristal

Era uma vez um menino chamado Rodrigo que vivia na cidade dos cristais.
Ele ia fazer seis anos. O pai queria oferecer-lhe um presente mas não sabia qual. Então dirigiu-se a uma loja de brinquedos e na montra viu muitos soldadinhos de cristal. Entrou e comprou meia dúzia deles.
No dia do seu aniversário o menino abriu o presente e ficou surpreso quando verificou que um dos soldados não tinha um olho e brilhava com a luz do Sol.
Durante a noite, e depois de ter acabado a festa, o Soldadinho de Cristal «ganhou vida» e ficou assustado porque não conhecia aquele lugar. Então percorreu toda a casa e foi parar ao quarto da irmã do Rodrigo.
Enquanto olhava à sua volta, a certa altura deparou-se com a Barbie de Diamantes que estava muito pensativa, à varanda do seu castelo.
O boneco imediatamente esfregou o olho e pensou para si:
- Não pode ser! Devo estar a sonhar. Tanta beleza junta!
Enquanto ele se aproximava a boneca perguntou-lhe:
- Quem és tu? Como vieste parar aqui?
- Eu sou o soldadinho de cristal e vim aqui parar porque alguém me comprou numa loja de brinquedos.
Após esta conversa o Soldadinho declarou-se à Barbie.
Atrás do armário estava um Urso de Peluche a ouvir tudo e logo manifestou o seu ciúme.
- Sai daqui. - disse ele zangado - Deixa a minha amada em paz.
O Soldado assustado afastou-se e foi sentar-se à janela.
O urso, mal o viu, para se vingar, correu para ele e com um empurrão atirou-o da janela. Ele caiu num monte de lixo ficando tapado só se vendo o chapéu.
Passado algumas horas o Soldadinho foi salvo por duas meninas que brincavam ali perto.
Uma das meninas pegou nele, aconchegou-o ao peito e ele logo disse:
- Ai! Obrigado por me terem salvado. Estava quase a sufocar. Isto cheira tão mal...
- Nós vamos ajudar-te se tu nos disseres onde moras.
- Eu moro junto do jardim das Maravilhas na casa de todas as cores. - Explicou logo o Soldadinho muito feliz.
Depois desta explicação as duas amigas fizeram um avião com papel que encontraram na lixeira. Colocaram-no lá dentro e lançaram-no para o ar.
Por causa do vento o avião fez uma trajectória diferente daquelea que ele pretendia. Foi parar a um poste de electricidade onde existia um ninho de cegonhas.
Quando o avião aterrou, o passageiro saiu e foi explorar aquele estranho lugar.
Mais trade resolveu descansar em cima dos três ovos que lá havia.
Ao pôr-do-sol o Soldadinho acordou sobressaltado com o estalar dos ovos.
- Que barulho é este?! - Pensou ele - Parece um terramoto.
Olhou para o lado e viu três crias e perguntou:
- Quem são vocês? Saiam daqui - Continuou ele.
Ao anoitecer quando a cegonha regressou a casa, com comida, reparou que junto aos seus filhotes havia um intruso. Logo o quis expulsar mas os bebés exclamaram:
- Não mãe. Não o mandes embora.
- Mas porquê? A casa dele não é esta.
- Nós sabemos isso, mas é que ele ajudou-nos a nascer e fez-nos companhia na tua ausência.Ao ouvir isto a mãe cegonha convidou o Soldadinho para jantar com eles e para ficar lá essa noite a dormir. O Soldadinho de Cristal aceitou o convite de imediato.
No dia seguinte, mal nasceu o sol, o Soldadinho acordou e agradeceu a hospitalidade. A cegonha prontificou-se a levá-lo à praia da areia Dourada que ficava perto da sua casa.
Mal chegou à praia adormeceu e ele de repente foi sugado por uma terrível onda.
Já debaixo de água, acordou aflito e resolveu nadar. A certa altura observou ao longe algo que brilhava muito. Pensado que era a sua amada aproximou-se e logo foi engolido por um tubarão fêmea.
Já dentro da barriga do tubarão o Soldadinho confrontou-se com dois bebés e logo travou amizade com eles.
No dia do nascimento dos tubarões o soldado aproveitou a oportunidade e saiu também. Posto isto os filhotes do tubarão pediram à mãe para o ajudar a chegar à costa. Ela assim fez.
Chegado à costa encontrou um médico que socorria uma pessoa e de repente teve uma ideia:
- Vou saltar rapidamente para dentro da mala dos primeiros socorros e sair daqui imediatamente.
Assim pensou assim fez.Quando o médico terminou o seu serviço dirigiu-se ao hospital.
No hospital, o Soldadinho saiu da mala e deparou-se com o seu amigo Rodrigo que estava triste por causa do seu desaparecimento.
- És tu? - Gritou o menino - Não acredito. Por onde andaste?
- Sou sim. Voltei. Andei perdido por vários lugares.
Os dois abraçaram-se e saltaram de alegria.Depois de matarem saudades o Rodrigo pediu ao médico que colocasse um olho novo no Soldadinho.
Ele concordou. Assim a partir daquele dia ficou com um olho verde e outro azul.Finalmente o Soldadinho regressou a casa, reencontrou a sua amada e resolveu casar.
No dia do casamento convidaram todos os brinquedos excepto o Urso. Para padre a cegonha e padrinhos os tubarões.
E assim viveram felizes para sempre e tiveram muitos soldadinhos e barbies.
Adaptação da história
O Soldadinho de Chumbo

segunda-feira, 8 de junho de 2009

quarta-feira, 3 de junho de 2009

1º ano - EB1/JI de Quintão nº1 - No tempo em que os animais falavam...

Numa tarde de Primavera, o cão da Anita foi dar um passeio pelo campo.
Pelo caminho encontrou joaninhas que andavam à procura de bichinhos e abelhas que poisavam nas flores.
Perto do ribeiro encontrou a vaca malhada a comer erva bem fresquinha e saborosa.
O cãozinho chegou perto da vaca e disse:
- Boa tarde.
A vaca voltou-se e perguntou ao cão:
- O que andas aí a fazer?
- Ando a passear e a apanhar sol.
Depois, a vaca pediu ao cão que não pisasse a erva, ela era muito importante para a sua alimentação. O dono tirava-lhe todos os dias o leite para vender na cidade e um dia também ia dar ao dono a carne e a pele.
O cão ficou a pensar... e perguntou à vaca:
- Para que serve a tua carne e a tua pele?
A vaca respondeu:
- A carne serve para a alimentação das pessoas e a pele para fazer os sapatos, as botas, os cintos...
O cão ficou triste, também queria ser útil às pessoas e começou a chorar.
Então, a vaca ficou aflita e disse-lhe que os cães da quinta onde ela vivia também costumavam guardar o rebanho de ovelhas e a quinta e brincavam com os meninos.
O cão ficou mais contente e foi embora para guardar a casa do seu dono e brincar com a Anita que era muito amiga dele.

1º ano - EB1/JI de Quintão nº1 - A Carochinha e o João Ratão

1º ano - EB1/JI de Quintão nº1 - Dia Mundial da Criança

Hoje fomos a Santo Tirso festejar o Dia da Criança.
Vimos o Avô Cantigas que cantou canções bonitas.

Vimos palhaços e homens que andavam em bicicletas de uma roda e não caíam.













Também vimos meninas e rapazes enormes que nos faziam rir e bater palmas.

E vimos muitos e muitos meninos, todos com um chapéu amarelo e a caminhar em fila. Umas meninas que dançaram atiraram muitos balões ao céu. Foi tudo muito bonito!

terça-feira, 2 de junho de 2009

Concurso - Alemão? Porque não?!

Número de participantes:
5º ano - 23 alunos
6º ano - 71

Vencedores - 5º ano:
1º Prémio - Cláudio Guimarães, 5ºF
2º Prémio - Patrick Alves, 5ºF
3º Prémio - Pedro Miguel Ribeiro, 5ºF

Vencedores - 6º ano:
1º Prémio - Rui Tiago Gonçalves, 6ºF
2º Prémio - Bernardo, 6ºD
3º Prémio - Sílvia Marques, 6ºF

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Dia Mundial da Criança

Chilreio de crianças numa escola.
Brincam no intervalo.
Largam da mão
O Pássaro da Ilusão,
E vão depois, felizes, agarrá-lo.

O mestre aquece os pés ao sol do inverno.
Já foi também menino...
Mas cresceu,
Aprendeu,
E descobriu as manhas do destino...

Sabe que ele nos engana,
Seja qual for o oiro que nos dê.
O Pássaro da Ilusão
É uma ilusão:
Só a inocência o vê, porque não vê...
Miguel Torga
Antologia Poética

Leitura Domiciliária - Maio













O Livro mais requisitado na nossa BE/CRE foi "Rosa, minha irmã Rosa" de Alice Vieira.
A colecção mais requisitada continuou a ser "Uma Aventura..." de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada.

sexta-feira, 29 de maio de 2009