terça-feira, 23 de junho de 2009

O Robin dos Bosques

Era uma vez um herói que vivia na floresta com os seus amigos .
Ele gostava de ajudar as pessoas da floresta e da aldeia, era um homem muito corajoso e forte.
Um dia ao passar junto do castelo viu uma princesa na janela, ela pediu ajuda ao herói para sair de lá porque estava presa, o herói Robin prometeu que a ia tirar de lá.
No dia seguinte conseguiu salvar a princesa só que os soldados foram atrás deles e tiveram de mudaram de caminho e os soldados perderam – se na floresta. O rei de tão zangado que estava mandou os soldados atacar a aldeia, os vigias do herói foram o avisar.
O Robin e os seus amigos foram ajudar as pessoas da aldeia e venceram os soldados e o rei com todas as suas forças.
No final foram para a floresta festejar a vitória com um banquete e o nosso herói Robin casou com a princesa e foram felizes para sempre.

Catarina Isabel
Os Três Ursinhos

A Vera era uma menina muito curiosa, que vivia numa casa na orla da floresta.
Um dia, quando seguia um sapo saltitão, perdeu-se na floresta.
Era a casa de três ursinho, que tinham ido colher frutos para a sobremesa.
Entrou e viu, sobre a mesa da sala, três tigelas de sopa.
Esfomeada, provou todas, mas só comeu a sopa da tigela pequena.
Cansada, sentou- se no sofá grande, mas era duro. Tentou o médio que era mole e, por fim, a cadeirinha que logo se partiu.
Subiu as escadas e no quarto viu três camas. Deitou-se na mais pequena e adormeceu.
Os ursos entraram em casa, desconfiados com a desarrumação, subiram ao quarto e viram a Vera que dormia profundamente. De súbito, a menina acordou e viu os ursos, que amigavelmente a convidaram a brincar com o urso bebé. Desde esse dia ficaram muito amigos.

Eva Gonçalves
Um príncipe chamado Nelson

Era uma vez uma princesa que se chamava Clara e estava presa num castelo abandonado no meio de uma floresta.
O príncipe chamado Nelson que vivia no castelo de futebol porque gostava jogar à bola, quis salvar a princesa Clara das mãos dos terríveis dragões.
A mãe do príncipe, para o ajudar, deu-lhe um caldo verde que o fez ficar muito forte.
Assim, o príncipe foi à floresta, chutou com força a sua bola mágica e derrotou os dragões.
O príncipe salvou a princesa e viveram felizes para sempre.

Nelson

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Leitura Domiciliária - Junho













O Livro mais requisitado na nossa BE/CRE foi "Artur e os Minimeus" de Luc Besson.
A colecção mais requisitada continuou a ser "Uma Aventura..." de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada.

4º H - EB1/JI de Bom Nome

O Espanta-Pardais

Espanta-Pardais

Tinha dois braços abertos, uma perna de madeira, era feito de palha. Vestia um casaco com remendos de todas as cores, um chapéu preto com uma flor no alto e um cachecol comprido.
Era humilde, vivia triste, solitário e era muito sonhador.
Era um Espanta-Pardais amigo de todos.



Maria-Primavera

Tinha cabelos verdes e dourados soltos pelas costas. Os olhos eram dois mocadinhos de noite com estrelas lá no fundo. Estava vestida de papoilas e malmequeres brancos e tinha pousado no ombro direito um pássaro verde com penas muito compridas e leves.
Era muito bonita, amiga, alegre e sábia.



Figueira

Era mal-humorada, egoísta e não era nada a convívios.



Chico-Estrela

Vinha montado numa bicicleta cor-de-rosa.
Era alegre, bem-disposto, amável e prestativo.
Trabalha numa oficina.




Resumo (Espanta-Pardais)

Havia um Espanta-Pardais que tinha um sonho. O seu sonho era conhecer a Estrada Larga.
Um dia a sua vida mudou. Sentada num monte de palha, a Maria-Primavera perguntou ao Espanta-Pardais o que se passava. O Espanta-Pardais responde:
- Gostava de conhecer a Estrada Larga, mas não consigo andar porque estou preso ao chão. Podes ajudar-me?
Claro que sim! respondeu a Maria-Primavera.
De seguida o pássaro Verde que estava pousado no ombro direito da Maria-Primavera foi perguntar à Figueira se lhe emprestava um ramo seco para fazer outra perna para o Espanta-Pardais.
Depois na sua bicicleta cor-de-rosa chegou o Chico-Estrela que ajudou a colocar a perna no Espanta-Pardais.
Despediu-se dos seus amigos e seguiu caminho.
Passaram 40 dias e 40 noites até que decidiram parar. O Espanta-Pardais adormeceu e quando acordou o menino-abelha disse-lhe para continuar mas não podia porque não sabia o caminho e se continuasse podia perder-se e nunca mais voltar.
Então só tinha uma coisa a fazer. Ficou ali. Chorou, chorou e chorou até que a sua palha.
Entretanto por causa das suas lágrimas a palha começou a apodrecer.
Passado algum tempo um pássaro pousou à beira do Espanta-Pardais e perguntou-lhe:
- Dás-me a tua palha para fazer o meu ninho?
O Espanta-Pardais deu-le a única palha que lhe sobrava, a do coração e morreu.

Francisco
Geraldo Geraldes o Sem Pavor

D. Afonso Henriques queria conquistar Évora que antes era Geborath um território dos mouros.
Geraldo Geraldes era um homem sem regras que fazia assaltos com os seus homens, mas um dia decidiu mudar de vida e conquistar Geborath para o rei.
Então disfarçou-se de trovador e foi com os seus homens para a Torre de Altaia. Um dia quando não havia luar Geraldo Geraldes atacou a Torrre de Altaia surpreendendo os mouros que estavam de guarda.
Logo depois D. Afonso Henriques foi ter com Geraldo e ficou com a chave da cidade e Geraldo passou a ser o alcaide da cidade.

2º B - EB1/JI de Bom Nome

O Cão Fiel

Era uma vez um cão fiel que estava sempre a ladrar.
Ele era bonito e era preto e branco.
Um dia saiu de casa e foi a um restaurante. Mas quando saiu de casa estava a chover.
Porque estava a chover ele molhou-se todo e uma cadelinha viu-o todo molhado.
Quando a cadelinha o viu todo molhado teve pena dele.
Então foi até ele e quando ele se virou para ela achou-a bonita.
Depois foram juntos para casa dela.
Ele pediu-a em casamento e ela aceitou.
Eles casaram e foram felizes para sempre.

Ariana Abreu
Rui Miguel Pimenta
A pequena sereia

Era uma vez uma menina chamada Ariel que tinha 20 anos, os olhos dela eram azuis, o seu cabelo era vermelho, e a sua cauda era verde. O soutien era vermelho.
Um dia desejou ser humana e foi a uma feiticeira para comer uma sopa especial.
O seu desejo foi realizado e foi logo para terra para encontrar um príncipe.
Quando chegou a casa do príncipe mandou a criada ir-lhe dar banho e vestir-lhe um vestido de princesa.
Passada uma semana a pequena sereia casou com o príncipe e viveram com muita alegria.

Bárbara
O Zé das moscas

Um homem que se chamava Zé das moscas que ouvia sempre bzzzzzz e disse:
- Quero ir ao médico!
O Zé das moscas disse ao médico que ele ouvia sempre bzzzzzz e o médico disse para ele berrar. À noite ele berrou e os vizinhos foram à polícia e a polícia mandou chamar o Zé das moscas porque berrava muito à noite. Por causa das moscas vai ao veterinário, disse a polícia. Lá é que se tratam as coisas dos animais mas o veterinário disse para ele ir ao advogado. Ele foi ao advogado e o advogado disse para ele ir ao juiz. O juiz começou-se a rir porque o Zé das moscas disse para o juiz que ouvia sempre bzzzzzz. O juiz disse para matar as moscas e entretanto o Ze das moscas viu uma mosca na cabeça do juiz e rapidamente com um pau matou a mosca porque o juiz disse-lhe para matar todas as moscas do mundo.
Foi então que o juiz também ouviu o barulho de bzzzzzz, que o Zé das moscas ouvia.

Ariana Filipa Abreu Ferreira
Rui Miguel Machado Pimenta

1º E - EB1/JI de Bom Nome - A Ponte da Harmonia

Num país distante existiam duas ilhas: a da Sinfonia e a do Jazz. Os seus habitantes declaravam guerra quase todos os dias.
Por ironia do destino, a princesa Flauta, da ilha da Sinfonia, apaixonou-se pelo senhor Clarinete, da ilha do Jazz.
Todos os dias ao pôr-do-sol, contemplavam-se das suas janelas.
Um dia, o Clarinete decidiu dirigir-se À ilha da sua amada. Brincaram durante muito tempo nos jardins do castelo, rodeados de plantas e flores de múltiplas cores.

A mãe da Flauta, aflita, viu-os de uma janela.
Desceu ao jardim, surpreendeu-os e mandou prender o Clarinete.
Aumentou então o conflito entre as duas ilhas. De um lado atacavam os clarins, clarinetes, trompetes e saxofones. Do outro, os violinos, violões, flautas e as teclas do piano.
A Flauta, desesperada, atirou-se à água.
Aflito, o Clarinete arrancou as grades da sua prisão e nadou para salvar a sua amada.

A mãe e o pai de ambos correram a socorrer os seus filhos, que flutuavam na água. Arrependidos, aceitaram que a Flauta e o Clarinete se casassem. Desta união surgiu a Ponte da Harmonia que passou a ligar as duas ilhas.

Diogo Filipe Couto Gouveia

3º G - EB1/JI de Bom Nome - A Borboleta

Havia um menino muito inteligente que não era brincalhão, que não tinha medo de nada e era esperto.
Certo dia encontrou uma borboleta muito bonita.
-Olá! Como te chamas borboleta?
-Eu chamo-me Joana mas todos me tratam por Joaninha.
-Eu chamo-me Tiago.
-Eu gosto muito de borboletas.
-Eu gosto muito de gatinhos, porqueeu acho que são bonitos.
-Eu tenho que ir embora porque a minha mãe chamou-me.
-Então adeus! Tiago. Aparece amanhã que vou estar aqui a tua espera.
-Adeus! Borboleta. Amanhã estarei cá sem falta porque gostei muito de brincar contigo.

Beatriz

quarta-feira, 17 de junho de 2009

2º F - EB1/JI de Bom Nome

O Gato Solitário

Era uma vez um gato que não tinha gatos para brincar e, por isso, sentia-se muito sozinho apesar de haver na quinta muitos outros animais.
Um dia resolveu saltar um muro que havia na quinta, mas como não estava habituado a andar na rua correu vários perigos, ao atravessar a rua quase que era atropelado por um carro.
Mas nesta aventura acabou por encontrar uma gata que vivia sozinha na rua e tornaram-se grandes amigos.
Quando a noite chegou o gato convenceu a sua nova amiga a ir viver com ele para a quinta.

Inês Maria Silva
"Da janela do meu quarto observo..."

Da janela do meu quarto eu observo uma ilha maravilhosa rodeada por um mar de águas muito limpas e no centro existe uma aldeia com pessoas alegres.
As águas desse mar são transparentes porque ninguém deitava lixo para o mar.
Nos dias de Inverno eu gostava de ficar sentado na janela do meu quarto a ver o mar em reboliço e a ver quase todos os animais selvagens daquela ilha a emigrarem para países mais quentes. Isto é o que acontece em todos os países!
Eu gosto muito da minha ilha!

Luís Gonçalves Martins
Santos Populares

O Santo António traz festas
Para todos festejar
É um dia de alegria
Com as marchas a animar

Nas festas de São João
Há muito em que brincar
Com crianças a sorrir
E toda a gente a adorar

No dia de São Pedro
Há balões a voar
A noite também é linda
Com foguetes pelo ar


Sofia Oliveira Rebelo
"Vem aí o Zé das Moscas"

Havia um homem que estava sempre a ouvir zumbidos. Então, passava a vida a queixar-se a quem passava por ele. Entretanto, houve alguém que disse para ele ir ao médico. Mas o médico não o ajudou, só disse para o homem enxotar as moscas que tinha á volta da cabeça. "Zute, moscas!" Dizia o homem a toda a hora. Depois os vizinhos dele não conseguiam dormir e fizeram queixa ao comandante da policia. O polícia disse ao homem para ir ao advogado. O advogado disse ao pobre do homem para ir ao veterinário, mas ele também não o ajudou. O veterinário mandou o homem ir ao Juiz. O Juiz autorizou o homem a matar as moscas todas. Então, quando pousou uma mosca na careca do Juiz, o homem deu-lhe uma paulada e ficou curado.

Beatriz Beja Amado
Sou um Boneco de Neve

Sou um boneco de neve, branquinho com um cachecol e um chapéu, bem coloridos, tenho mãos bem reais. Ao longe vejo duas crianças que dizem:
- Que lindo boneco de neve! Até parece que está vivo!
Vejo pessoas a esquiar e outras a andar de trenó.
Agora, vou aproveitar para ter crianças e famílias à minha volta, porque quando o tempo começar a aquecer irei derreter por causa do calor.

Francisco Alves
"Os três irmãos"

Era uma vez três irmãos. Um chamava-se Ruca, o outro Jorge e o último, chamava-se Luís. Eles viviam numa grande cidade onde não havia ar puro.
Um dia, o Ruca disse ao pai que queria ir viver para uma pequena e bonita aldeia. O pai do Ruca concordou com a ideia. O Jorge e o Luís também concordaram. Então, foram de seguida para a aldeia. Na aldeia, só havia oito habitantes. Havia uma menina de cabelos loiros chamada Anabela. A Anabela começou a gostar do Ruca. Eles faziam anos no mesmo dia. Fizeram uma grande festa com os amigos cheia de divertimentos.
Francisco Beja Amado
Como é que o porco - veludo se tornou no porco - espinho?

Um dia o avô Artur que era agricultor e que sabia muitas histórias sobre animais, contou á sua neta «Como é que o porco - veludo se tornou no porco - espinho?» Há muito tempo atrás o porco - espinho, chamava-se porco - veludo, não tinha defesas e por isso passava o tempo todo escondido. Mas como precisava de se alimentar tinha de deixar o seu esconderijo de tempos a tempos. O gentil porco - veludo queixava-se frequentemente ao musaranho que, embora não estivesse mais protegido era mais ágil e veloz. Estava tão triste que um dia decidiu enfrentar o medo, deixando o seu esconderijo ao pé de uma árvore e partiu á descoberta do mundo, os seus amigos pássaros tentaram alertá-lo, quanto ao perigo que corria mas ele estava decidido. Passado algum tempo encontrou uma raposa que queria comer, foi então que ouviu uma voz: - Corre, porco - veludo, corre para aqui! Nós escondemos-te! Quem falava era uma flor de roseira, ele estava tão assustado que nem pensou, escondeu-se no meio das flores e ficou ferido com espinhos, a raposa ao tentar atacá-lo também ficou ferida e acabou por fugir. Os passarinhos vieram ajudar, tirar - lhe os espinhos. Durante a noite, enquanto dormia algo aconteceu, onde estavam as feridas dos espinhos das rosas estavam picos. O porco - veludo tinha-se tornado num porco - espinho e assim já se podia defender dos outros animais.
Maria Gonçalves Machado
A Caixa


Era uma vez um homem que decidiu construir uma caixa. Queria pôr dentro da caixa todas as suas coisas para que ninguém lhes tocasse. Resolveu então fazer uma caixa enorme porque tinha diversas coisas para guardar.
Para construir a caixa foi comprar placas de madeira, cola e pregos. Como só trabalhava ao fim de semana, por causa do seu emprego que não lhe deixava tempo livre, andou sete anos a acabar a caixa.
Ao longo dos sete anos foi comprando mais coisas, e por isso reparou que a caixa tinha de ser cada vez maior para caber tudo lá dentro.
Finalmente ficou pronta a caixa. O homem teve de comprar um guindaste para arrancar a sua casa da terra e transportá-la para dentro da caixa. Depois, levou todas as outras coisas que entretanto tinha comprado e meteu-se ele também, todo contente, dentro da caixa. Apercebeu-se então que só faltava o guindaste, assim, abriu uma porta grande num dos lados da caixa e puxou o guindaste para dentro.
Como estava escuro dentro da caixa, abriu duas janelas mesmo por cima da porta e finalmente adormeceu feliz.
No dia seguinte, saíu com o carro pela porta que tinha feito na caixa, foi trabalhar e quando voltou reparou que a caixa, vista de longe, era parecida com a sua casa. O homem pensou então que afinal ainda havia uma coisa que não estava dentro de uma caixa: a sua caixa, e por isso teria de fazer outra caixa para colocar esta caixa lá dentro, e quantas mais caixas fizesse mais caixas tinha de fazer. Isso nunca mais acabaria.
Decidiu portanto destruir a caixa que tinha construído e ficou com lenha suficiente para se aquecer durante o resto da sua vida. Afinal a caixa não lhe serviu para nada, a não ser para se aquecer nas noites frias.
José Manuel