segunda-feira, 14 de setembro de 2009

domingo, 13 de setembro de 2009

O Nuno escapa à gripe A


O Nuno escapa à gripe A de Isabel Alçada e Ana Maria Magalhães com ilustrações de Nuno Feijão, é um livro digital para crianças que pode ser lido na escola, em família, na biblioteca ou em qualquer lugar.
Para o poderes ler... clica aqui.

sábado, 12 de setembro de 2009

As Escolas do nosso Agrupamento


EB 2/3 de Vila das Aves

EB 1/J.I. de Bom Nome
EB 1 - 182 alunos - 8 professores
J.I. - 25 alunos - 1 educadora
EB 1/J.I. de Quintão
EB 1 - 104 alunos - 7 professores
J.I. - 24 alunos - 1 educadora
EB 1/J.I. de Cense
EB 1 - 37 alunos - 2 professores
J.I. - 17 alunos - 1 educadora
EB 1/J.I. de Giestal nº1
EB 1 - 41 alunos - 2 professores
J.I. - 31 alunos - 2 educadoras
EB 1 de Giestal nº2
39 alunos - 2 professores
EB 1 de Pombinhas
42 alunos - 2 professores
EB 1 de Mourinha
26 alunos - 2 professores
EB 1 de Santo António
25 alunos - 2 professores
Jardim de Infância das Fontainhas
46 alunos - 2 educadoras

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Ano Lectivo 2009 / 2010


O nosso agrupamento aderiu ao Projecto aLeR+. Este projecto é uma iniciativa do PNL e da RBE destinada a apoiar as escolas que se disponham a desenvolver um ambiente integral de leitura. Neste ano lectivo foram seleccionados 30 agrupamentos / escolas não agrupadas de todo o país para implementar o projecto. Uma das linhas orientadoras é colocar o prazer de ler no centro dos esforços do agrupamento para elevar os níveis de aprendizagem e o sucesso dos alunos. Pretende-se que todos os elementos da comunidade escolar se envolvam na promoção da leitura.
Para a concretização deste projecto serão desenvolvidas muitas e variadas actividades ao longo deste ano lectivo.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Boas Férias e Boas Leituras!


Tempo de férias,
tempo de lazer
não de coisas sérias;
mas ler por prazer
-deixa-te de lérias!-
faz bem, faz crescer.


Faz-te campeão da leitura!

terça-feira, 23 de junho de 2009

2º B - EB1/JI de Bom Nome - A história do Zé das moscas

A história que eu ouvi tinha o título “Vem aí o Zé das moscas”. Falava de uma homem que não lavava o cabelo e andava com moscas na cabeça. Ele era maluco! E ficava mais maluco por causa dos ruídos das moscas “bzzzzrrrzzz”. Por isso, foi ao médico e ele disse-lhe para berrar com elas e mandou-o ao veterinário.
Os vizinhos já estavam fartos de o ouvir e foram chamar a polícia porque não conseguiam dormir.
Foi ao veterinário e ele disse-lhe para ir ao advogado, mas este mandou-o ao juiz. O Zé das moscas estava cansado e como queria resolver o seu problema foi ter com o juiz. Quando lhe disse que as moscas o estavam a massacrar, ele riu-se e disse-lhe para as matar. Ele ainda lhe perguntou se não o castigava. O juiz riu-se muito e disse-lhe que não.
Nesse momento pousou uma mosca na cabeça do juiz, o Zé das moscas pegou num pau e deu-lhe na cabeça e quem ficou a ouvir zumbidos foi o juiz.

Marco António Leal Oliveira Ribeiro

1º A - EB1/JI de Bom Nome

O Herói de olhos verdes

Era uma vez uma princesa que vivia num reino.
Um dia a princesa foi raptada.
O rei pediu ao herói para a encontrar.
O herói tem olhos verdes e cabelo castanho e vive no campo.
Os ladrões levaram a princesa para a floresta, o herói foi para a floresta a procura da princesa,
mas apareceu duas bruxas para o impedir de achar a princesa, ele perdeu muito tempo com as
bruxas e estava com muita fome.
De repente apareceu uma fada que lhe deu fruta e roupa.
Ele continuou o seu caminho e viu a princesa e foi salva-la.
Os dois gostaram muito um do outro e casaram-se.

Daniela
As fadas falam-nos de…Generosidade

A Primavera começava a despertar na Floresta Encantada e a macieira da Fada Hortença estava cheia de flores.
-Tenho a certeza que este ano a minha macieira vai dar
Frutos! – exclamou a Fada Hortença. – A árvore já está suficientemente crescida.
Entusiasmada, a Fada Hortença anotava num pergaminho tudo o que ia fazer com as suas maças. Quando estivessem maduras, ia guardá-las em montinhos para depois comê-las sempre que quisesse.
Já sonhava também com os sumos, compotas, marmeladas e bolos.
Mas isso, deixaria por conta da fada cozinheira que se movimentava melhor entre tachos e panelas.
Subitamente, a fada Hortença ouviu um barulho vindo de cima.Crac-crac! Crac-crac! Intrigada, subiu até á copa da árvore para ver do se tratava e deparou-se com dois pássaros que estavam a fazer um ninho num dos ramos.
-O que estão a fazer? – Perguntou a Fada, com um ar preocupado.
-Não vêem que estão a estragar as folhas da minha macieira!
-Desapareçam depressa!
Ofendidos, os pássaros partiram á procura de uma outra árvore sem dar um único pio.
A Fada Hortença respirou de alívio e acariciou com ternura os ramos da macieira. Crach-Crach, ouviu ela novamente um barulho…
Ao ver tantos buracos, a Fada Hortença ficou muito zangada.
-Saiam já daqui! – ordenou!! – por vossa causa, a minha macieira vai ficar doente e não dará frutos no Outono! E, sem frutos, não haverá bolo de maçã, nem sumos, nem nada!
Cabeça baixa, os esquilos fizeram as malas e partiram.
Passados três segundos, a Fada Hortença ouviu um novo barulho. Cri-Crac! Procurou à sua volta e depressa descobriu três das suas amigas a andar de baloiço, muito animadas, agarradas aos ramos da sua macieira.
- As três ao mesmo tempo! Vão partir os ramos da minha árvore! - gritou a fada Hortença.
Acabou a brincadeira!
O baloiço é meu e, por isso, a partir de agora, sou eu quem decide quem anda nele.
As três amigas voaram em direcção às margens do lago. Entretanto, a Fada Melissa, a cozinheira, estava a apanhar plantas aromáticas perto do tronco da macieira.
Quando estava a fazer raminhos de alfazema, tomilho e alecrim, apercebeu-se do ar descontente da Fada Hortença.
- Pois tens de comer outra coisa! A minha macieira é muito delicada e não quero ninguém por perto.
Nenhuma fada comeu sopa de tomilho ao jantar. Pouco preocupada com isso, a Fada Hortença insistiu que ninguém tocasse nas suas coisas e voltou a pensar feliz, nas suas maçãs e na grande colheita do Outono.
O Verão chegou finalmente à Floresta Encantada, mas este parecia nunca mais acabar.
De facto, quando se está sozinho o tempo passa mais devagar. A Fada Hortença começou a sentir a falta dos jogos, das gargalhadas, do chilrear dos pássaros e do zumbido intermitente dos insectos.
As flores da macieira começaram a transformar-se em maçãs maduras. Apesar disso, a fada sentia-se triste e solitária. Já ninguém andava de baloiço na sua árvore há tanto tempo! Além disso, ela já não tinha ninguém com quem partilhar os seus segredos e sonhos. Tinha sido muito egoísta.
Sem pensar mais, bateu asas e foi pedir desculpa a todos. Decidiram logo organizar uma grandiosa festa para celebrar juntos a colheita das maçãs.
A Fada Hortença sentiu-se muito feliz por estar novamente rodeada de gargalhadas, música e conversas.
Além disso, o bolo de maçã estava fantástico! De facto, tudo se torna melhor quando temos alguém com quem partilhar.

Inês

O Rato e a Doninha

Era uma vez um rato muito magro, cheio de fome
Que descobriu um cesto cheio de milho.
Para tentar chegar ao milho, o rato pôs-se ao trabalho e começou a roer o cesto, a fim de lá entrar.
Roendo, roendo, o rato abriu um buraco do tamanho necessário para passar o seu corpo magrinho.
Uma doninha que o observava viu o rato entrar no cesto e ficou á espera para ver o que aconteceu.
O rato, esfomeado, comeu tanto milho que ficou redondo como uma bola.
Satisfeito, quis sair, pôs a cabeça de fora, mas a sua barriguinha aumentara tanto que ficava presa na pequena abertura Desesperado com aquela situação com os olhos na doninha que se ria da sua aflição.
Assim, o cesto apesar de estar cheio de comida, transformou-se numa prisão.
Muito triste, o ratinho desistiu de empurrar a sua barriguinha e achou que a solução estava em não voltar a comer.

















João Pedro Ferreira
O Robin dos Bosques

Era uma vez um herói que vivia na floresta com os seus amigos .
Ele gostava de ajudar as pessoas da floresta e da aldeia, era um homem muito corajoso e forte.
Um dia ao passar junto do castelo viu uma princesa na janela, ela pediu ajuda ao herói para sair de lá porque estava presa, o herói Robin prometeu que a ia tirar de lá.
No dia seguinte conseguiu salvar a princesa só que os soldados foram atrás deles e tiveram de mudaram de caminho e os soldados perderam – se na floresta. O rei de tão zangado que estava mandou os soldados atacar a aldeia, os vigias do herói foram o avisar.
O Robin e os seus amigos foram ajudar as pessoas da aldeia e venceram os soldados e o rei com todas as suas forças.
No final foram para a floresta festejar a vitória com um banquete e o nosso herói Robin casou com a princesa e foram felizes para sempre.

Catarina Isabel
Os Três Ursinhos

A Vera era uma menina muito curiosa, que vivia numa casa na orla da floresta.
Um dia, quando seguia um sapo saltitão, perdeu-se na floresta.
Era a casa de três ursinho, que tinham ido colher frutos para a sobremesa.
Entrou e viu, sobre a mesa da sala, três tigelas de sopa.
Esfomeada, provou todas, mas só comeu a sopa da tigela pequena.
Cansada, sentou- se no sofá grande, mas era duro. Tentou o médio que era mole e, por fim, a cadeirinha que logo se partiu.
Subiu as escadas e no quarto viu três camas. Deitou-se na mais pequena e adormeceu.
Os ursos entraram em casa, desconfiados com a desarrumação, subiram ao quarto e viram a Vera que dormia profundamente. De súbito, a menina acordou e viu os ursos, que amigavelmente a convidaram a brincar com o urso bebé. Desde esse dia ficaram muito amigos.

Eva Gonçalves
Um príncipe chamado Nelson

Era uma vez uma princesa que se chamava Clara e estava presa num castelo abandonado no meio de uma floresta.
O príncipe chamado Nelson que vivia no castelo de futebol porque gostava jogar à bola, quis salvar a princesa Clara das mãos dos terríveis dragões.
A mãe do príncipe, para o ajudar, deu-lhe um caldo verde que o fez ficar muito forte.
Assim, o príncipe foi à floresta, chutou com força a sua bola mágica e derrotou os dragões.
O príncipe salvou a princesa e viveram felizes para sempre.

Nelson

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Leitura Domiciliária - Junho













O Livro mais requisitado na nossa BE/CRE foi "Artur e os Minimeus" de Luc Besson.
A colecção mais requisitada continuou a ser "Uma Aventura..." de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada.

4º H - EB1/JI de Bom Nome

O Espanta-Pardais

Espanta-Pardais

Tinha dois braços abertos, uma perna de madeira, era feito de palha. Vestia um casaco com remendos de todas as cores, um chapéu preto com uma flor no alto e um cachecol comprido.
Era humilde, vivia triste, solitário e era muito sonhador.
Era um Espanta-Pardais amigo de todos.



Maria-Primavera

Tinha cabelos verdes e dourados soltos pelas costas. Os olhos eram dois mocadinhos de noite com estrelas lá no fundo. Estava vestida de papoilas e malmequeres brancos e tinha pousado no ombro direito um pássaro verde com penas muito compridas e leves.
Era muito bonita, amiga, alegre e sábia.



Figueira

Era mal-humorada, egoísta e não era nada a convívios.



Chico-Estrela

Vinha montado numa bicicleta cor-de-rosa.
Era alegre, bem-disposto, amável e prestativo.
Trabalha numa oficina.




Resumo (Espanta-Pardais)

Havia um Espanta-Pardais que tinha um sonho. O seu sonho era conhecer a Estrada Larga.
Um dia a sua vida mudou. Sentada num monte de palha, a Maria-Primavera perguntou ao Espanta-Pardais o que se passava. O Espanta-Pardais responde:
- Gostava de conhecer a Estrada Larga, mas não consigo andar porque estou preso ao chão. Podes ajudar-me?
Claro que sim! respondeu a Maria-Primavera.
De seguida o pássaro Verde que estava pousado no ombro direito da Maria-Primavera foi perguntar à Figueira se lhe emprestava um ramo seco para fazer outra perna para o Espanta-Pardais.
Depois na sua bicicleta cor-de-rosa chegou o Chico-Estrela que ajudou a colocar a perna no Espanta-Pardais.
Despediu-se dos seus amigos e seguiu caminho.
Passaram 40 dias e 40 noites até que decidiram parar. O Espanta-Pardais adormeceu e quando acordou o menino-abelha disse-lhe para continuar mas não podia porque não sabia o caminho e se continuasse podia perder-se e nunca mais voltar.
Então só tinha uma coisa a fazer. Ficou ali. Chorou, chorou e chorou até que a sua palha.
Entretanto por causa das suas lágrimas a palha começou a apodrecer.
Passado algum tempo um pássaro pousou à beira do Espanta-Pardais e perguntou-lhe:
- Dás-me a tua palha para fazer o meu ninho?
O Espanta-Pardais deu-le a única palha que lhe sobrava, a do coração e morreu.

Francisco
Geraldo Geraldes o Sem Pavor

D. Afonso Henriques queria conquistar Évora que antes era Geborath um território dos mouros.
Geraldo Geraldes era um homem sem regras que fazia assaltos com os seus homens, mas um dia decidiu mudar de vida e conquistar Geborath para o rei.
Então disfarçou-se de trovador e foi com os seus homens para a Torre de Altaia. Um dia quando não havia luar Geraldo Geraldes atacou a Torrre de Altaia surpreendendo os mouros que estavam de guarda.
Logo depois D. Afonso Henriques foi ter com Geraldo e ficou com a chave da cidade e Geraldo passou a ser o alcaide da cidade.

2º B - EB1/JI de Bom Nome

O Cão Fiel

Era uma vez um cão fiel que estava sempre a ladrar.
Ele era bonito e era preto e branco.
Um dia saiu de casa e foi a um restaurante. Mas quando saiu de casa estava a chover.
Porque estava a chover ele molhou-se todo e uma cadelinha viu-o todo molhado.
Quando a cadelinha o viu todo molhado teve pena dele.
Então foi até ele e quando ele se virou para ela achou-a bonita.
Depois foram juntos para casa dela.
Ele pediu-a em casamento e ela aceitou.
Eles casaram e foram felizes para sempre.

Ariana Abreu
Rui Miguel Pimenta
A pequena sereia

Era uma vez uma menina chamada Ariel que tinha 20 anos, os olhos dela eram azuis, o seu cabelo era vermelho, e a sua cauda era verde. O soutien era vermelho.
Um dia desejou ser humana e foi a uma feiticeira para comer uma sopa especial.
O seu desejo foi realizado e foi logo para terra para encontrar um príncipe.
Quando chegou a casa do príncipe mandou a criada ir-lhe dar banho e vestir-lhe um vestido de princesa.
Passada uma semana a pequena sereia casou com o príncipe e viveram com muita alegria.

Bárbara
O Zé das moscas

Um homem que se chamava Zé das moscas que ouvia sempre bzzzzzz e disse:
- Quero ir ao médico!
O Zé das moscas disse ao médico que ele ouvia sempre bzzzzzz e o médico disse para ele berrar. À noite ele berrou e os vizinhos foram à polícia e a polícia mandou chamar o Zé das moscas porque berrava muito à noite. Por causa das moscas vai ao veterinário, disse a polícia. Lá é que se tratam as coisas dos animais mas o veterinário disse para ele ir ao advogado. Ele foi ao advogado e o advogado disse para ele ir ao juiz. O juiz começou-se a rir porque o Zé das moscas disse para o juiz que ouvia sempre bzzzzzz. O juiz disse para matar as moscas e entretanto o Ze das moscas viu uma mosca na cabeça do juiz e rapidamente com um pau matou a mosca porque o juiz disse-lhe para matar todas as moscas do mundo.
Foi então que o juiz também ouviu o barulho de bzzzzzz, que o Zé das moscas ouvia.

Ariana Filipa Abreu Ferreira
Rui Miguel Machado Pimenta

1º E - EB1/JI de Bom Nome - A Ponte da Harmonia

Num país distante existiam duas ilhas: a da Sinfonia e a do Jazz. Os seus habitantes declaravam guerra quase todos os dias.
Por ironia do destino, a princesa Flauta, da ilha da Sinfonia, apaixonou-se pelo senhor Clarinete, da ilha do Jazz.
Todos os dias ao pôr-do-sol, contemplavam-se das suas janelas.
Um dia, o Clarinete decidiu dirigir-se À ilha da sua amada. Brincaram durante muito tempo nos jardins do castelo, rodeados de plantas e flores de múltiplas cores.

A mãe da Flauta, aflita, viu-os de uma janela.
Desceu ao jardim, surpreendeu-os e mandou prender o Clarinete.
Aumentou então o conflito entre as duas ilhas. De um lado atacavam os clarins, clarinetes, trompetes e saxofones. Do outro, os violinos, violões, flautas e as teclas do piano.
A Flauta, desesperada, atirou-se à água.
Aflito, o Clarinete arrancou as grades da sua prisão e nadou para salvar a sua amada.

A mãe e o pai de ambos correram a socorrer os seus filhos, que flutuavam na água. Arrependidos, aceitaram que a Flauta e o Clarinete se casassem. Desta união surgiu a Ponte da Harmonia que passou a ligar as duas ilhas.

Diogo Filipe Couto Gouveia