sexta-feira, 25 de setembro de 2009
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
6º F - Recolha de Provérbios sobre a Saúde
Deitar cedo e cedo erguer dá saúde e faz crescer.Uma boa saúde vale mais do que a riqueza.
A laranja de manhã é ouro, à tarde prata e à noite mata.
Não comas quente, não perderás o dente.
De fartas ceias estão as sepulturas cheias.
O que não mata, engorda.
Saúde cuidada, vida conservada.
Livra-te da fruta mal sazonada, que é peste disfarçada.
Ao que demais comer, abre-lhe o garfo a cova.
Pão quente - muito na mão, pouco no ventre.
Pão de hoje, carne de ontem e vinho de outro verão, fazem o homem são.
Pão que sobre, carne que baste, vinho que falte.
Por cima de melão, vinho de tostão.
Cautela e caldos de galinha, nunca fizeram mal a ninguém.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Lavo as minhas mãos

Lavo as minhas mãos de Inês Pupo e Gonçalo Pratas com ilustrações de Ana Gini, Nuno Feijão e Júlio Ramos é um livro digital para crianças que pode ser "lido" na escola, em família, na biblioteca ou em qualquer lugar.
Para o poderes ler... clica aqui.
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sexta-feira, 18 de setembro de 2009
terça-feira, 15 de setembro de 2009
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
domingo, 13 de setembro de 2009
O Nuno escapa à gripe A
O Nuno escapa à gripe A de Isabel Alçada e Ana Maria Magalhães com ilustrações de Nuno Feijão, é um livro digital para crianças que pode ser lido na escola, em família, na biblioteca ou em qualquer lugar.
Para o poderes ler... clica aqui.
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sábado, 12 de setembro de 2009
As Escolas do nosso Agrupamento
EB 2/3 de Vila das Aves
EB 1/J.I. de Bom Nome
EB 1 - 182 alunos - 8 professores
J.I. - 25 alunos - 1 educadora
EB 1/J.I. de QuintãoEB 1 - 182 alunos - 8 professores
J.I. - 25 alunos - 1 educadora
EB 1 - 104 alunos - 7 professores
J.I. - 24 alunos - 1 educadoraEB 1/J.I. de Cense
EB 1 - 37 alunos - 2 professores
J.I. - 17 alunos - 1 educadora
EB 1/J.I. de Giestal nº1EB 1 - 37 alunos - 2 professores
J.I. - 17 alunos - 1 educadora
EB 1 - 41 alunos - 2 professores
J.I. - 31 alunos - 2 educadoras
EB 1 de Giestal nº2
39 alunos - 2 professores
EB 1 de Pombinhas39 alunos - 2 professores
42 alunos - 2 professores
EB 1 de Mourinha
26 alunos - 2 professores
EB 1 de Santo António26 alunos - 2 professores
25 alunos - 2 professores
Jardim de Infância das Fontainhas
46 alunos - 2 educadoras
46 alunos - 2 educadoras
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Ano Lectivo 2009 / 2010
O nosso agrupamento aderiu ao Projecto aLeR+. Este projecto é uma iniciativa do PNL e da RBE destinada a apoiar as escolas que se disponham a desenvolver um ambiente integral de leitura. Neste ano lectivo foram seleccionados 30 agrupamentos / escolas não agrupadas de todo o país para implementar o projecto. Uma das linhas orientadoras é colocar o prazer de ler no centro dos esforços do agrupamento para elevar os níveis de aprendizagem e o sucesso dos alunos. Pretende-se que todos os elementos da comunidade escolar se envolvam na promoção da leitura.
Para a concretização deste projecto serão desenvolvidas muitas e variadas actividades ao longo deste ano lectivo.
Para a concretização deste projecto serão desenvolvidas muitas e variadas actividades ao longo deste ano lectivo.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
terça-feira, 23 de junho de 2009
2º B - EB1/JI de Bom Nome - A história do Zé das moscas
A história que eu ouvi tinha o título “Vem aí o Zé das moscas”. Falava de uma homem que não lavava o cabelo e andava com moscas na cabeça. Ele era maluco! E ficava mais maluco por causa dos ruídos das moscas “bzzzzrrrzzz”. Por isso, foi ao médico e ele disse-lhe para berrar com elas e mandou-o ao veterinário.
Os vizinhos já estavam fartos de o ouvir e foram chamar a polícia porque não conseguiam dormir.
Foi ao veterinário e ele disse-lhe para ir ao advogado, mas este mandou-o ao juiz. O Zé das moscas estava cansado e como queria resolver o seu problema foi ter com o juiz. Quando lhe disse que as moscas o estavam a massacrar, ele riu-se e disse-lhe para as matar. Ele ainda lhe perguntou se não o castigava. O juiz riu-se muito e disse-lhe que não.
Nesse momento pousou uma mosca na cabeça do juiz, o Zé das moscas pegou num pau e deu-lhe na cabeça e quem ficou a ouvir zumbidos foi o juiz.
Foi ao veterinário e ele disse-lhe para ir ao advogado, mas este mandou-o ao juiz. O Zé das moscas estava cansado e como queria resolver o seu problema foi ter com o juiz. Quando lhe disse que as moscas o estavam a massacrar, ele riu-se e disse-lhe para as matar. Ele ainda lhe perguntou se não o castigava. O juiz riu-se muito e disse-lhe que não.
Nesse momento pousou uma mosca na cabeça do juiz, o Zé das moscas pegou num pau e deu-lhe na cabeça e quem ficou a ouvir zumbidos foi o juiz.
Marco António Leal Oliveira Ribeiro1º A - EB1/JI de Bom Nome
O Herói de olhos verdes
Era uma vez uma princesa que vivia num reino.
Um dia a princesa foi raptada.
O rei pediu ao herói para a encontrar.
O herói tem olhos verdes e cabelo castanho e vive no campo.
Os ladrões levaram a princesa para a floresta, o herói foi para a floresta a procura da princesa,
mas apareceu duas bruxas para o impedir de achar a princesa, ele perdeu muito tempo com as
bruxas e estava com muita fome.
De repente apareceu uma fada que lhe deu fruta e roupa.
Ele continuou o seu caminho e viu a princesa e foi salva-la.
Os dois gostaram muito um do outro e casaram-se.
Um dia a princesa foi raptada.
O rei pediu ao herói para a encontrar.
O herói tem olhos verdes e cabelo castanho e vive no campo.
Os ladrões levaram a princesa para a floresta, o herói foi para a floresta a procura da princesa,
mas apareceu duas bruxas para o impedir de achar a princesa, ele perdeu muito tempo com as
bruxas e estava com muita fome.
De repente apareceu uma fada que lhe deu fruta e roupa.
Ele continuou o seu caminho e viu a princesa e foi salva-la.
Os dois gostaram muito um do outro e casaram-se.
As fadas falam-nos de…Generosidade
A Primavera começava a despertar na Floresta Encantada e a macieira da Fada Hortença estava cheia de flores.
-Tenho a certeza que este ano a minha macieira vai dar
Frutos! – exclamou a Fada Hortença. – A árvore já está suficientemente crescida.
Entusiasmada, a Fada Hortença anotava num pergaminho tudo o que ia fazer com as suas maças. Quando estivessem maduras, ia guardá-las em montinhos para depois comê-las sempre que quisesse.
Já sonhava também com os sumos, compotas, marmeladas e bolos.
Mas isso, deixaria por conta da fada cozinheira que se movimentava melhor entre tachos e panelas.
Subitamente, a fada Hortença ouviu um barulho vindo de cima.Crac-crac! Crac-crac! Intrigada, subiu até á copa da árvore para ver do se tratava e deparou-se com dois pássaros que estavam a fazer um ninho num dos ramos.
-O que estão a fazer? – Perguntou a Fada, com um ar preocupado.
-Não vêem que estão a estragar as folhas da minha macieira!
-Desapareçam depressa!
Ofendidos, os pássaros partiram á procura de uma outra árvore sem dar um único pio.
A Fada Hortença respirou de alívio e acariciou com ternura os ramos da macieira. Crach-Crach, ouviu ela novamente um barulho…
Ao ver tantos buracos, a Fada Hortença ficou muito zangada.
-Saiam já daqui! – ordenou!! – por vossa causa, a minha macieira vai ficar doente e não dará frutos no Outono! E, sem frutos, não haverá bolo de maçã, nem sumos, nem nada!
Cabeça baixa, os esquilos fizeram as malas e partiram.
Passados três segundos, a Fada Hortença ouviu um novo barulho. Cri-Crac! Procurou à sua volta e depressa descobriu três das suas amigas a andar de baloiço, muito animadas, agarradas aos ramos da sua macieira.
- As três ao mesmo tempo! Vão partir os ramos da minha árvore! - gritou a fada Hortença.
Acabou a brincadeira!
O baloiço é meu e, por isso, a partir de agora, sou eu quem decide quem anda nele.
As três amigas voaram em direcção às margens do lago. Entretanto, a Fada Melissa, a cozinheira, estava a apanhar plantas aromáticas perto do tronco da macieira.
Quando estava a fazer raminhos de alfazema, tomilho e alecrim, apercebeu-se do ar descontente da Fada Hortença.
- Pois tens de comer outra coisa! A minha macieira é muito delicada e não quero ninguém por perto.
Nenhuma fada comeu sopa de tomilho ao jantar. Pouco preocupada com isso, a Fada Hortença insistiu que ninguém tocasse nas suas coisas e voltou a pensar feliz, nas suas maçãs e na grande colheita do Outono.
O Verão chegou finalmente à Floresta Encantada, mas este parecia nunca mais acabar.
De facto, quando se está sozinho o tempo passa mais devagar. A Fada Hortença começou a sentir a falta dos jogos, das gargalhadas, do chilrear dos pássaros e do zumbido intermitente dos insectos.
As flores da macieira começaram a transformar-se em maçãs maduras. Apesar disso, a fada sentia-se triste e solitária. Já ninguém andava de baloiço na sua árvore há tanto tempo! Além disso, ela já não tinha ninguém com quem partilhar os seus segredos e sonhos. Tinha sido muito egoísta.
Sem pensar mais, bateu asas e foi pedir desculpa a todos. Decidiram logo organizar uma grandiosa festa para celebrar juntos a colheita das maçãs.
A Fada Hortença sentiu-se muito feliz por estar novamente rodeada de gargalhadas, música e conversas.
Além disso, o bolo de maçã estava fantástico! De facto, tudo se torna melhor quando temos alguém com quem partilhar.
-Tenho a certeza que este ano a minha macieira vai dar
Frutos! – exclamou a Fada Hortença. – A árvore já está suficientemente crescida.
Entusiasmada, a Fada Hortença anotava num pergaminho tudo o que ia fazer com as suas maças. Quando estivessem maduras, ia guardá-las em montinhos para depois comê-las sempre que quisesse.
Já sonhava também com os sumos, compotas, marmeladas e bolos.
Mas isso, deixaria por conta da fada cozinheira que se movimentava melhor entre tachos e panelas.
Subitamente, a fada Hortença ouviu um barulho vindo de cima.Crac-crac! Crac-crac! Intrigada, subiu até á copa da árvore para ver do se tratava e deparou-se com dois pássaros que estavam a fazer um ninho num dos ramos.
-O que estão a fazer? – Perguntou a Fada, com um ar preocupado.
-Não vêem que estão a estragar as folhas da minha macieira!
-Desapareçam depressa!
Ofendidos, os pássaros partiram á procura de uma outra árvore sem dar um único pio.
A Fada Hortença respirou de alívio e acariciou com ternura os ramos da macieira. Crach-Crach, ouviu ela novamente um barulho…
Ao ver tantos buracos, a Fada Hortença ficou muito zangada.
-Saiam já daqui! – ordenou!! – por vossa causa, a minha macieira vai ficar doente e não dará frutos no Outono! E, sem frutos, não haverá bolo de maçã, nem sumos, nem nada!
Cabeça baixa, os esquilos fizeram as malas e partiram.
Passados três segundos, a Fada Hortença ouviu um novo barulho. Cri-Crac! Procurou à sua volta e depressa descobriu três das suas amigas a andar de baloiço, muito animadas, agarradas aos ramos da sua macieira.
- As três ao mesmo tempo! Vão partir os ramos da minha árvore! - gritou a fada Hortença.
Acabou a brincadeira!
O baloiço é meu e, por isso, a partir de agora, sou eu quem decide quem anda nele.
As três amigas voaram em direcção às margens do lago. Entretanto, a Fada Melissa, a cozinheira, estava a apanhar plantas aromáticas perto do tronco da macieira.
Quando estava a fazer raminhos de alfazema, tomilho e alecrim, apercebeu-se do ar descontente da Fada Hortença.
- Pois tens de comer outra coisa! A minha macieira é muito delicada e não quero ninguém por perto.
Nenhuma fada comeu sopa de tomilho ao jantar. Pouco preocupada com isso, a Fada Hortença insistiu que ninguém tocasse nas suas coisas e voltou a pensar feliz, nas suas maçãs e na grande colheita do Outono.
O Verão chegou finalmente à Floresta Encantada, mas este parecia nunca mais acabar.
De facto, quando se está sozinho o tempo passa mais devagar. A Fada Hortença começou a sentir a falta dos jogos, das gargalhadas, do chilrear dos pássaros e do zumbido intermitente dos insectos.
As flores da macieira começaram a transformar-se em maçãs maduras. Apesar disso, a fada sentia-se triste e solitária. Já ninguém andava de baloiço na sua árvore há tanto tempo! Além disso, ela já não tinha ninguém com quem partilhar os seus segredos e sonhos. Tinha sido muito egoísta.
Sem pensar mais, bateu asas e foi pedir desculpa a todos. Decidiram logo organizar uma grandiosa festa para celebrar juntos a colheita das maçãs.
A Fada Hortença sentiu-se muito feliz por estar novamente rodeada de gargalhadas, música e conversas.
Além disso, o bolo de maçã estava fantástico! De facto, tudo se torna melhor quando temos alguém com quem partilhar.
O Rato e a Doninha
Era uma vez um rato muito magro, cheio de fome
Que descobriu um cesto cheio de milho.
Para tentar chegar ao milho, o rato pôs-se ao trabalho e começou a roer o cesto, a fim de lá entrar.
Roendo, roendo, o rato abriu um buraco do tamanho necessário para passar o seu corpo magrinho.
Uma doninha que o observava viu o rato entrar no cesto e ficou á espera para ver o que aconteceu.
O rato, esfomeado, comeu tanto milho que ficou redondo como uma bola.
Satisfeito, quis sair, pôs a cabeça de fora, mas a sua barriguinha aumentara tanto que ficava presa na pequena abertura Desesperado com aquela situação com os olhos na doninha que se ria da sua aflição.
Assim, o cesto apesar de estar cheio de comida, transformou-se numa prisão.
Muito triste, o ratinho desistiu de empurrar a sua barriguinha e achou que a solução estava em não voltar a comer.


Que descobriu um cesto cheio de milho.
Para tentar chegar ao milho, o rato pôs-se ao trabalho e começou a roer o cesto, a fim de lá entrar.
Roendo, roendo, o rato abriu um buraco do tamanho necessário para passar o seu corpo magrinho.
Uma doninha que o observava viu o rato entrar no cesto e ficou á espera para ver o que aconteceu.
O rato, esfomeado, comeu tanto milho que ficou redondo como uma bola.
Satisfeito, quis sair, pôs a cabeça de fora, mas a sua barriguinha aumentara tanto que ficava presa na pequena abertura Desesperado com aquela situação com os olhos na doninha que se ria da sua aflição.
Assim, o cesto apesar de estar cheio de comida, transformou-se numa prisão.
Muito triste, o ratinho desistiu de empurrar a sua barriguinha e achou que a solução estava em não voltar a comer.


João Pedro Ferreira
O Robin dos Bosques
Era uma vez um herói que vivia na floresta com os seus amigos .
Ele gostava de ajudar as pessoas da floresta e da aldeia, era um homem muito corajoso e forte.
Um dia ao passar junto do castelo viu uma princesa na janela, ela pediu ajuda ao herói para sair de lá porque estava presa, o herói Robin prometeu que a ia tirar de lá.
No dia seguinte conseguiu salvar a princesa só que os soldados foram atrás deles e tiveram de mudaram de caminho e os soldados perderam – se na floresta. O rei de tão zangado que estava mandou os soldados atacar a aldeia, os vigias do herói foram o avisar.
O Robin e os seus amigos foram ajudar as pessoas da aldeia e venceram os soldados e o rei com todas as suas forças.
No final foram para a floresta festejar a vitória com um banquete e o nosso herói Robin casou com a princesa e foram felizes para sempre.
Ele gostava de ajudar as pessoas da floresta e da aldeia, era um homem muito corajoso e forte.
Um dia ao passar junto do castelo viu uma princesa na janela, ela pediu ajuda ao herói para sair de lá porque estava presa, o herói Robin prometeu que a ia tirar de lá.
No dia seguinte conseguiu salvar a princesa só que os soldados foram atrás deles e tiveram de mudaram de caminho e os soldados perderam – se na floresta. O rei de tão zangado que estava mandou os soldados atacar a aldeia, os vigias do herói foram o avisar.
O Robin e os seus amigos foram ajudar as pessoas da aldeia e venceram os soldados e o rei com todas as suas forças.
No final foram para a floresta festejar a vitória com um banquete e o nosso herói Robin casou com a princesa e foram felizes para sempre.
Os Três Ursinhos
A Vera era uma menina muito curiosa, que vivia numa casa na orla da floresta.
Um dia, quando seguia um sapo saltitão, perdeu-se na floresta.
Era a casa de três ursinho, que tinham ido colher frutos para a sobremesa.
Entrou e viu, sobre a mesa da sala, três tigelas de sopa.
Esfomeada, provou todas, mas só comeu a sopa da tigela pequena.
Cansada, sentou- se no sofá grande, mas era duro. Tentou o médio que era mole e, por fim, a cadeirinha que logo se partiu.
Subiu as escadas e no quarto viu três camas. Deitou-se na mais pequena e adormeceu.
Os ursos entraram em casa, desconfiados com a desarrumação, subiram ao quarto e viram a Vera que dormia profundamente. De súbito, a menina acordou e viu os ursos, que amigavelmente a convidaram a brincar com o urso bebé. Desde esse dia ficaram muito amigos.
Um dia, quando seguia um sapo saltitão, perdeu-se na floresta.
Era a casa de três ursinho, que tinham ido colher frutos para a sobremesa.
Entrou e viu, sobre a mesa da sala, três tigelas de sopa.
Esfomeada, provou todas, mas só comeu a sopa da tigela pequena.
Cansada, sentou- se no sofá grande, mas era duro. Tentou o médio que era mole e, por fim, a cadeirinha que logo se partiu.
Subiu as escadas e no quarto viu três camas. Deitou-se na mais pequena e adormeceu.
Os ursos entraram em casa, desconfiados com a desarrumação, subiram ao quarto e viram a Vera que dormia profundamente. De súbito, a menina acordou e viu os ursos, que amigavelmente a convidaram a brincar com o urso bebé. Desde esse dia ficaram muito amigos.
Um príncipe chamado Nelson
Era uma vez uma princesa que se chamava Clara e estava presa num castelo abandonado no meio de uma floresta.
O príncipe chamado Nelson que vivia no castelo de futebol porque gostava jogar à bola, quis salvar a princesa Clara das mãos dos terríveis dragões.
A mãe do príncipe, para o ajudar, deu-lhe um caldo verde que o fez ficar muito forte.
Assim, o príncipe foi à floresta, chutou com força a sua bola mágica e derrotou os dragões.
O príncipe salvou a princesa e viveram felizes para sempre.
O príncipe chamado Nelson que vivia no castelo de futebol porque gostava jogar à bola, quis salvar a princesa Clara das mãos dos terríveis dragões.
A mãe do príncipe, para o ajudar, deu-lhe um caldo verde que o fez ficar muito forte.
Assim, o príncipe foi à floresta, chutou com força a sua bola mágica e derrotou os dragões.
O príncipe salvou a princesa e viveram felizes para sempre.
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