terça-feira, 20 de outubro de 2009
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Dia Mundial da Alimentação

“O chocolate, o chá e o café” – Catherine de Sairigné
Conta-se que o café foi descoberto no Iémen por pastores. Notaram que as suas cabras ficaram nervosas depois de terem roído os frutos vermelhos de um arbusto desconhecido. Estupefactos, foram contar a sua aventura a uns monges.
Juntos seguiram as cabras e apanharam alguns frutos do arbusto, puseram-nos a secar e preparam com eles uma infusão. Também eles ficaram excitados e não conseguiram pregar olho durante a noite. Mais tarde, peregrinos e viajantes provaram o café e deram-no a conhecer aos outros países.
“O chocolate, o chá e o café” – Catherine de Sairigné
Colecção Descobrir – Círculo de Leitores / Ed. Civilização
Projecto aLeR+ - Ler com Música
terça-feira, 13 de outubro de 2009
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Exposição - Dia Mundial dos Correios
Os correios entraram na sua fase moderna em 1837, quando o inglês R. Hill propôs uma taxa única, paga pela compra de sobrescritos timbrados oficiais. Em 1840 a venda dos sobrescritos foi substituída pela dos primeiros selos. Em 1869 apareceu na Áustria o bilhete-postal e em 1894 o bilhete-postal ilustrado.
Da utilização de mensageiros próprios passaram os serviços postais a aproveitar todos os meios de transporte públicos normais (diligência, caminho-de-ferro, navio e avião). Em 1863, num congresso em Paris, assinou-se uma convenção internacional que regulou e normalizou os serviços de correio internacionais.
Leitura Domiciliária - Setembro
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Dia Mundial dos Correios
Escrever cartas de amor é coisa tão antiga como a fundação dos correios em Portugal.
Nos finais do séc. XVI, no Largo do Pelourinho em Lisboa, existiam «especialistas», de mesa, tinteiro e pena, prontos, a mando dos seus «clientes», a encontrarem as palavras certeiras para conquistar o coração da paixão.
(...)
A pé, a cavalo, numa Mala Posta, o «correio» lá ia por estradas que não existiam, caminhos cercados de perigos, subindo montes e atravessando rios tempestuosos, numa viagem que era uma autêntica aventura e onde no virar da esquina podia estar uma cilada, para entregar a mensagem de que era portador.
É inquestionável a importância desempenhada pelos Correios na comunicação. Hoje, só sentimos que os Correios existem quando nos falta, tal a integração na nossa vida dos seus serviços tão úteis e essenciais.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Concurso - Dia Europeu das Línguas
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Implantação da República
membros do Partido Republicano proclamaram a Implantação da 1ª República em Portugal.Cidadãos!
O povo, o exército e a armada acabam de proclamar a República.
Nesse mesmo dia, D. Manuel II e toda a família real embarcaram rumo a Gibraltar, de onde seguiram para o seu exílio em Inglaterra.
Foi o fim da Monarquia em Portugal.
Para incentivar o espírito republicano, este Governo Provisório aprovou os símbolos da República Portuguesa: O Hino Nacional que passou a ser A Portuguesa e a Bandeira vermelha e verde (Bandeira Nacional).
A Portuguesa era o hino cantado pelos republicanos. A letra é de Henrique Lopes de Mendonça e a música de Alfredo Keil.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
terça-feira, 29 de setembro de 2009
sábado, 26 de setembro de 2009
Dia Europeu das Línguas
Sabes quantas línguas convivem na Europa? E tens ideia de quantas línguas existem no mundo? Testa os teus conhecimentos aqui.
O Rapto da Princesa Europa - Uma lenda grega
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
6º F - Recolha de Provérbios sobre a Saúde
Deitar cedo e cedo erguer dá saúde e faz crescer.Uma boa saúde vale mais do que a riqueza.
A laranja de manhã é ouro, à tarde prata e à noite mata.
Não comas quente, não perderás o dente.
De fartas ceias estão as sepulturas cheias.
O que não mata, engorda.
Saúde cuidada, vida conservada.
Livra-te da fruta mal sazonada, que é peste disfarçada.
Ao que demais comer, abre-lhe o garfo a cova.
Pão quente - muito na mão, pouco no ventre.
Pão de hoje, carne de ontem e vinho de outro verão, fazem o homem são.
Pão que sobre, carne que baste, vinho que falte.
Por cima de melão, vinho de tostão.
Cautela e caldos de galinha, nunca fizeram mal a ninguém.




















