terça-feira, 18 de maio de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
Concurso - 25 de Abril
Número de participantes:5º ano - 33
6º ano - 41
7º ano - 12
8º ano - 9
9º ano - 7
Total - 102 alunos
Vencedores:
- Nuno Azevedo - 5ºA
- Bibiana Pinto - 5ºC
- Bruna Castro - 5ºD
- Rafaela Torres - 5ºE
- Jorge Silva - 6ºA
- Daniela Monteiro - 6ºB
- Hugo Silva - 6ºC
- Sérgio Abreu - 6ºD
- Beatriz Saldanha - 7ºC
- Joana Mesquita - 7ºD
- João Carlos - 8ºB
- Rui Ribeiro - 8ºC
- João Costa - 9ºB
- Diogo Lima - 9ºF
quarta-feira, 5 de maio de 2010
3º V - EB1/JI de Bom Nome - Meios de transporte aéreos
Voar sempre foi um dos grandes sonhos da humanidade.Primeiro vieram os balões, no final do século XVIII, que ganhavam os céus graças à utilização de gases mais leves que o ar (hidrogénio e hélio). Em 1900, o conde alemão Ferdinand von Zeppelin ia mais além, inventou o zepelim, um enorme dirigível, feito de metal. Três anos depois, em 1903, os irmãos estadunidendes Wilbur e Orville Wright deram um voo ainda mais alto. Eles conseguiram manter uma embarcação por 59 segundos no ar. Era um avião primitivo, que foi lançado por uma espécie de catapulta. Mas quem conseguiu pilotar um avião pela 1ª vez, sem ajuda externa, foi o brasileiro Alberto Santos Dumont, em 1906. Isso foi na França e o nome do avião era 14-Bis. Há 200 anos, inventou-se o primeiro aparelho que voava: o BALÃO. Algum tempo depois, apareceu o DIRIGÍVEL, que era um balão com motor. Há 100 anos, apareceu o AVIÃO, ou seja, um planador com motor.
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domingo, 2 de maio de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
Poema de Abril
Somos Livres
Ontem apenas
fomos a voz sufocada
dum povo a dizer não quero;
fomos os bobos-do-rei
mastigando desespero.
Ontem apenas
fomos o povo a chorar
na sarjeta dos que, à força,
ultrajaram e venderam
esta terra, hoje nossa.
Uma gaivota voava, voava,
assas de vento,
coração de mar.
Como ela, somos livres,
somos livres de voar.
Uma papoila crescia, crescia,
grito vermelho
num campo qualquer.
Como ela somos livres,
somos livres de crescer.
Uma criança dizia, dizia
"quando for grande
não vou combater".
Como ela, somos livres,
somos livres de dizer.
Somos um povo que cerra fileiras,
parte à conquista
do pão e da paz.
Somos livres, somos livres,
não voltaremos atrás.
Ontem apenas
fomos a voz sufocada
dum povo a dizer não quero;
fomos os bobos-do-rei
mastigando desespero.
Ontem apenas
fomos o povo a chorar
na sarjeta dos que, à força,
ultrajaram e venderam
esta terra, hoje nossa.
Uma gaivota voava, voava,

assas de vento,
coração de mar.
Como ela, somos livres,
somos livres de voar.
Uma papoila crescia, crescia,
grito vermelho
num campo qualquer.
Como ela somos livres,
somos livres de crescer.
Uma criança dizia, dizia
"quando for grande
não vou combater".
Como ela, somos livres,
somos livres de dizer.
Somos um povo que cerra fileiras,
parte à conquista
do pão e da paz.
Somos livres, somos livres,
não voltaremos atrás.
Ermelinda Duarte
quinta-feira, 22 de abril de 2010
23 de Abril - Dia Mundial do Livro
Os livros
Os livros. A sua cálida
Terna, serena pele. Amorosa
Companhia. Dispostos sempre
A partilhar o sol
Das suas águas. Tão dóceis
Tão calados, tão leais.
Tão luminosos na sua branca e vegetal cerrada
Melancolia.
Amados
Como nenhuns outros companheiros
Da alma. Tão musicais
No fluvial e transbordante
Ardor de cada dia.
Os livros. A sua cálida

Terna, serena pele. Amorosa
Companhia. Dispostos sempre
A partilhar o sol
Das suas águas. Tão dóceis
Tão calados, tão leais.
Tão luminosos na sua branca e vegetal cerrada
Melancolia.
Amados
Como nenhuns outros companheiros
Da alma. Tão musicais
No fluvial e transbordante
Ardor de cada dia.
Eugénio de Andrade,
Antologia Breve,
Porto, Editorial Nova, 1972
Antologia Breve,
Porto, Editorial Nova, 1972
22 de Abril - Dia Mundial da Terra
Bola azul
Bola azul, bola azul
Não vivas assim tão triste
Tu és a bola mais linda
Que no universo existe
Sei que estás doente
Pois o Homem mal te faz
Nos oceanos e continentes
Já não se vive em paz
Mesmo assim ainda danças
Com passos de rotação
Nos braços do amigo Sol
Em voltas de translação
Nós queremos abraçar-te
P'ra nunca mais chorares
Com amor vamos beijar-te
P'ra amanhã connosco cantares.
Bola azul, bola azul
Não vivas assim tão triste

Tu és a bola mais linda
Que no universo existe
Sei que estás doente
Pois o Homem mal te faz
Nos oceanos e continentes
Já não se vive em paz
Mesmo assim ainda danças
Com passos de rotação
Nos braços do amigo Sol
Em voltas de translação
Nós queremos abraçar-te
P'ra nunca mais chorares
Com amor vamos beijar-te
P'ra amanhã connosco cantares.
Alberto da Barca
Bola Azul, Ed. Escolar
Bola Azul, Ed. Escolar
quarta-feira, 21 de abril de 2010
3º V - EB1/JI de Bom Nome - "O Rebanho perdeu as asas" de António Mota
Era uma vez um grupo de amigos que combinaram ir depois das aulas, até uma casa velha habitada por cães vadios e besouros. Tinham decidido levar fósforos para atear
fogo ao colmo.Nessa casa velha, havia um favo e um deles picou-o com uma vara e, de imediato, formou-se uma nuvem com um zumbido ensurdecedor. Os rapazes desataram, então, a correr pelo campo do tio Zé Galo perseguidos pelos besouros. O tio Zé Galo correu furioso atrás deles pelo campo fora. Estavam cheios de picadelas e as mães ficaram alarmadas, quando os viram regressar a casa.
O pai de um dos meninos sonhava ter um dia uma colónia de abelhas e passava dias a desejá-las. Um dia, o velho Paulino, grande amador de abelhas, ofereceu-lhe dois enxames, pois sabia que as abelhas eram a sua paixão.
Durante muito tempo, o pai e o filho cuidaram carinhosamente do “rebanho sem asas”, até que um dia o batatal deles foi invadido pelos escaravelhos. Muito zangado o pai decidiu matar os escaravelhos “invasores” com pesticida, mas também (sem saber) matou as abelhas. Foi uma grande decepção! O pai ficou desapontado e tristíssimo.
O pai de um dos meninos sonhava ter um dia uma colónia de abelhas e passava dias a desejá-las. Um dia, o velho Paulino, grande amador de abelhas, ofereceu-lhe dois enxames, pois sabia que as abelhas eram a sua paixão.
Durante muito tempo, o pai e o filho cuidaram carinhosamente do “rebanho sem asas”, até que um dia o batatal deles foi invadido pelos escaravelhos. Muito zangado o pai decidiu matar os escaravelhos “invasores” com pesticida, mas também (sem saber) matou as abelhas. Foi uma grande decepção! O pai ficou desapontado e tristíssimo.
José Manuel Pinheiro
domingo, 18 de abril de 2010
sábado, 17 de abril de 2010
Leitura Domiciliária - Março
Leitura Domiciliária - Fevereiro
sábado, 3 de abril de 2010
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