segunda-feira, 14 de junho de 2010

Se eu fosse um rei...

De avião a jacto
Eu sou o rei
Moderno e simples
Onde é que eu irei?

Simpático com as pessoas
Eu serei
Serei honesto e sincero
Como eu sei.

Como dinheiro eu tenho
Eu irei partilhar
Eu prometo a sério
Que o vou dar.

E assim a crise
vamos ultrapassar
E o resto dos problemas
Irão passar.

O país mais maravilhoso
Iríamos ser
E com diamantes
O iríamos fazer.
Maria
Se eu fosse um Rei...

Se eu fosse um rei mandava construir casas para os que necessitassem, pois o povo é a maior riqueza que o rei tem.
A bondade é muito melhor do que a riqueza e do que a vaidade, pois há quem as tenha, quem as utilize para mandar nas pessoas, quem as use para o mal e quem as use para estabelecer a paz no mundo.
O ouro e os diamantes são raros mas isso não quer dizer que sejam importantes! Todas as guerras que se fazem por causa deles poderiam ser evitadas e muitas vidas poupadas.
Se eu fosse um rei seria o mais bondoso de toda a história humana.
Se eu fosse rei o meu maior desejo era... ser a pessoa mais feliz do universo inteiro!
Se eu fosse um rei gostaria de todas as pessoas do mundo!!!

Luís Gonçalves Martins
Se eu fosse um REI

Se eu fosse um rei, viveria num castelo, seria responsável e faria os possíveis por tornar PORTUGAL num reino melhor.
Seria D. Francisco I, o responsável. Tentava ser justo, inovador nas decisões que tomasse e arranjava trabalho ao povo do meu reino, para que tivessem uma vida melhor.
Pedia aos meus criados que ajudassem os doentes. Gostava também de poesia, podia falar da natureza, dos castelos e da minha vida.
No meu reino havia reciclagem, muitos parques naturais e lagos.
Comigo viveriam o meu pai D. Paulo I, a minha mãe D. Clara e o meu irmão D. Diogo.

EM TODAS AS BATALHAS,
MEU ESFORÇO SERÁ NOTÁVEL,
PROTEGEREI O MEU POVO,
D. FRANCISCO I, O RESPONSÁVEL.

Ser REI seria fantástico!!!
Francisco Monteiro Alves nº10
Se eu fosse um rei...

Se eu fosse um rei, o meu chamar-se-ia "Aldeia da Felicidade", pois aí as pessoas conviviam umas com as outras, tornando assim a felicidade ainda maior.
No meu reino, não haveria violência, não seria uma aldeia problemática, porque não existiriam armas mortíferas à venda. Nela só haveria harmonia, paz e união.
Se eu fosse um rei, seria um rei justo, sensato, amigo de todos e muito bondoso, ajudando o meu povo, sobretudo os mais necessitados, para que nada lhes falte. Todos teriam comidae trabalho para o seu sustento. Os lavradores trabalhariam a terra, que nunca se cansa de produzir, e assim nunca haveria fome.
Se eu fosse um rei, fundava escolas para que todos tivessem a possibilidade de aprender a ler e a escrever. O meu reino seria, então, um reino criativo graças à leitura e à escrita (um urra para a leitura e a escriiiiiiita!!!).
Finalmente, o meu reino teria lindos campos verdejantes, onde floresciam belíssimas flores de imensas cores: lilás, amarelo, branco (cor da Paz) ... Que maravilha!
Ai, se eu fosse rei...
José Manuel Pinheiro

Leitura Domiciliária - Maio













O Livro mais requisitado na nossa BE/CRE foi "Meu Pé de Laranja Lima" de José Mauro de Vasconcelos.
A colecção mais requisitada foi "Uma Aventura..." de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada.

Leitura Domiciliária - Abril













O Livro mais requisitado na nossa BE/CRE foi "A Estrela" de Vergílio Ferreira.
A colecção mais requisitada foi "Uma Aventura..." de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada.

sábado, 12 de junho de 2010

1º/2º anos - EB 1 de Quintão 1 - Visita de Estudo


No passado dia nove de Junho, a nossa escola visitou o Oceanário Sea Life e a Quinta do Tonico.
No Oceanário vimos peixes de muitas espécies, tartarugas, mexilhões, lapas, estrelas-do-mar e medusas.
Os peixes eram lindíssimos de cores e tamanhos variados.
No Sea Life, a nossa professora comprou alguns fantoches: o peixe Nemo, o leão marinho, o tubarão e o pinguim para fazer um teatro de fantoches.
Entretanto, chegou-nos a fome e fomos lanchar ao Parque da Cidade do Porto. Quando acabámos de lanchar dirigimo-nos para a Quinta do Tonico e aí é que foi brincar!
Andámos num pónei chamado Prince, fizemos jogos tradicionais, jogámos futebol e assistimos ao espectáculo do Tonico. O Tonico era um boneco pouco esperto, mas muito engraçado.
Foi um dia divertido e muito agradável!

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Projecto aLeR+ - 6º B - Amigos da Biblioteca


No âmbito da Área de Projecto e integrando o Projecto a LeR+, um grupo de Alunos da turma 6º B dedicou uma hora semanal à organização e dinamização da biblioteca.

Projecto aLeR+ - 5º A - Ilustração da obra "A Fada Oriana"

segunda-feira, 31 de maio de 2010

1º/2º anos - EB 1 de Quintão 1 - A República

A República é uma dama
que governa com firmeza
a Pátria que tanto ama.

A República é coisa de todos
ninguém pode desprezar
todos a devem respeitar.

A República casou com o presidente
porque ele era exigente
e o povo ficou contente.

A República trabalha o dia inteiro
e nos dias de festa canta o hino
para lembrar as proezas ao mundo inteiro.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

segunda-feira, 24 de maio de 2010

3º V - EB1/JI de Bom Nome - Clarissa

Clarissa vai dar de comer às galinhas. Com a mão direita, lança ao ar punhados de milho e farelo, num gesto de quem semeia.
Num cacarejar miúdo, as galinhas vêm a correr, sacudindo as asas e começam a dar bicadas, arranham o chão, amontoam-se, disputando os grãos.
No meio delas, os pintainhos, arrepiados e encolhidos, piam desconsoladamente, perdidos no meio de tantas penas, bicos e patas.
- Não se apressem! - grita a Clarissa. - Chega para todos!
E cobre o chão de grãos dourados. Ri com a impressão que está atirando ouro, muito ouro.
Agora um galo de crista escarlate entra no grupo, abrindo caminho à força de empurrões.
- Bruto - pensa Clarissa. - Um homem deve ser delicado com as mulheres.
Erico Veríssimo, Clarissa, livros do Brasil (adaptado)


1º/2º anos - EB 1 de Quintão 1 - A Menina Que Detestava Livros

Era uma vez uma menina que se chamava Mina. Essa menina detestava ler e detestava os livros.
Na sua casa havia livros em cima das prateleiras, em cima das mesinhas-de-cabeceira, em cima das cristaleiras, nas escadas, no sofá, no chão, dentro de armários, no frigorífico… por todo o lado.
Os pais de Mina passavam a vida a comprar livros e, ainda os iam buscar à Biblioteca. Eles liam ao pequeno-almoço, ao almoço e ao jantar.
Mina não gostava de ler nem de ouvir ler, tapava os ouvidos sempre que alguém lhe queria ler uma história. Ela detestava mesmo os livros!
Em casa de Mina vivia um gato chamado Max que também detestava livros porque quando era pequenino caiu-lhe um livro pesado em cima da cauda.
Uma manhã, antes de preparar o pequeno-almoço para si e para o gato Max, Mina teve que desviar vários livros e revistas para procurar os alimentos para o pequeno-almoço. Entretanto, o pequeno-almoço ficou pronto e Mina chamou pelo seu gatinho. O gatinho não aparecia e a menina procurou-o por todo o lado, mas Mina só encontrava livros. De repente, ouviu o gato miar lá para o lado da sala de jantar e viu o gato em cima de uma pilha de livros de histórias, de contos de fadas e livros de aventuras.
Muito aflita, Mina sossegou o gato e começou a subir a pilha de livros e a certa altura faltou-lhe o pé num livro e lá foram os livros pelos ares.
Os livros abriram-se e pessoas e animais começaram a cair das páginas dos livros. Mina ficou espantada! Como era possível?
Pela sala havia coelhos, macacos, um elefante e outros animais que estragavam os móveis e as coisas da mãe.
A menina ficou tão aflita que pediu a todos os animais que fossem outra vez para os livros, mas eles não foram.
Então, Mina resolveu pegar num livro e começou a ler, os animais foram ouvi-la e pararam de fazer asneiras. Conforme ia lendo os livros, os animais iam entrando na página a que pertenciam. A sala estava quase vazia, só um coelhinho estava junto dela. Só faltava ler um livro e Mina abriu-o e o coelhinho também saltou lá para dentro. Mina ficou tão triste! Então, de repente, olhou para os livros e continuou a ler, a ler, a ler…
Ao fim da tarde chegaram os pais que encontraram a sala toda partida e no meio da sala, sentada no chão, estava Mina a ler um livro.
Que felizes ficaram os pais!

sexta-feira, 21 de maio de 2010

JI de Cense - Os Três Porquinhos

Era, uma vez três porquinhos que viviam muito felizes, até que um dia apareceu um lobo para os assustar.
Assim, para se protegerem do Lobo cada porquinho resolveu construir uma casa. O porquinho mais pequeno construiu uma casa de palha, o segundo de madeira e o terceiro de tijolo.
Um dia estavam os dois porquinhos a brincar, quando de repente aparece o Lobo e eles fugiram para a casa mais próxima, a casa de palha.
- Porquinhos, porquinhos, deixai-me entrar.
- Não, não.
- Então assoprarei e bufarei, e a tua cabana pelos ares deitarei.
Assim, o Lobo deitou pelos ares a casinha de palha. E os porquinhos assustados, fugiram para a casa de madeira.
- Porquinhos, porquinhos, deixai-me entrar.
- Não, não.
- Então assoprarei e bufarei, e a tua casa pelos ares deitarei.
E tanto soprou e bufou que por fim, deitou pelos ares a casinha de madeira.
Os dois Porquinhos, assustados correram para a casa do irmão que tinha feito a casa de tijolo.
- Mano, mano, deixa-nos entrar o lobo já deitou as nossas casas abaixo e está a correr atrás de nós.
- Entrem, entrem, esta ele não deita pelos ares.


- Poquinhos, porquinhos, deixai-me entrar.
- Não, não.
- Então assoprarei e bufarei, e a tua casa pelos ares deitarei.-Ha, ha, ha, esta tu não vais deitar pelos ares.

Lobo pôs-se a assoprar e a bufar. E assoprava e bufava... mas era inútil.
A casa não caía.
O Lobo ficou tão cansado, que desistiu de comer os porquinhos.

Daquele dia em diante viveram felizes, construindo também uma casinha de tijolos.