domingo, 13 de fevereiro de 2011

5º A - S. Valentim

No S. Valentim
Os chocolates vamos dar,
Com o amor carinho
Podemos celebrar!

O amor é carinho
O amor é solidão,
O amor é beijinho
Que traz no coração!
Rui Machado
Saudade de quem ama
Vítimas desse sentimento
Amor que fez a chama
Lembranças desses dias
Enquanto lembro o amor
Nada no coração
Toda a paixão
Ignorando toda a cor
Mais vermelho no coração.

Maria Inês
A amizade é ter amor pelo nosso
Amigo que nos dá valor.
Amor vindo do coração faz uma
Grande distracção.

Ana Estremina
História de São Valentim

Existem várias teorias relativas à origem de São Valentim e à forma como este mártir romano se tornou o patrono dos apaixonados. Uma das histórias retrata o São Valentim como um simples mártir que, em meados do séc. III d.C., havia recusado abdicar da fé cristã que professava. Outra defende que, na mesma altura, o Imperador Romano Claudius II teria proibido os casamentos, para assim angariar mais soldados para as suas frentes de batalha. Um sacerdote da época, de nome Valentim, teria violado este decreto imperial e realizava casamentos em sigilo absoluto. Este segredo teria sido descoberto e Valentim teria sido preso, torturado e condenado à morte. Ambas as teorias apresentam factores em comum, o que nos leva a acreditar neles: São Valentim fora um sacerdote cristão e um mártir que teria sido morto a 14 de Fevereiro de 269 d.C.
Bárbara Mendes
Olhos Negros

Por teus olhos negros, negros,
Trago eu negro o coração,
De tanto pedir-lhe amores...
E eles a dizer que não.

E mais não quero outros olhos,
Negros, negros como são;
Que os azuis dão muita esp'rança
Mas fiar-me eu neles, não.

Só negros, negros os quero;
Que, em lhes chegando a paixão,
Se um dia disserem sim...
Nunca mais dizem que não.

Almeida Garrett
Ana Sofia
Poemas de Amor

Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.

Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe porque ama, nem o que é amar
Amar é a eterna inocência,
E a única inocência, não pensar...

Enquanto não superarmos
a ânsia do amor sem limites,
não podemos crescer
emocionalmente.

O amor, quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar pra ela,
Mas não lhe sabe falar

Bárbara Mendes
História de São Valentim

Diz-se que o imperador Cláudio pretendia reunir um grande exército para expandir o império romano.

Para isso, queria que os homens se alistassem como voluntários, mas a verdade é que eles estavam fartos de guerras e tinham de pensar nas famílias que deixavam para trás...

Se eles morressem em combate, quem é que as sustentaria?

Cláudio ficou furioso e considerou isto uma traição. Então teve uma ideia: se os homens não fossem casados, nada os impediria de ir para a guerra. Assim, decidiu que não seriam consentidos mais casamentos.

Os jovens acharam que essa era uma lei injusta e cruel. Por seu turno, o sacerdote Valentim, que discordava completamente da lei de Cláudio, decidiu realizar casamentos às escondidas.

A cerimónia era um acto perigoso, pois enquanto os noivos se casavam numa sala mal iluminada, tinham que ficar à escuta para tentar perceber se haveria soldados por perto.

Uma noite, durante um desses casamentos secretos, ouviram-se passos. O par que no momento estava a casar conseguiu escapar, mas o sacerdote Valentim foi capturado. Foi para a prisão à espera que chegasse o dia da sua execução.

Durante o seu cativeiro, jovens passavam pelas janelas da sua prisão e atiravam flores e mensagens onde diziam acreditar também no poder do amor.

Entre os jovens que o admiravam, encontrava-se a filha do seu carcereiro. O pai dela consentiu que ela o visitasse na sua cela e aí ficavam horas e horas a conversar.

No dia da sua execução, Valentim deixou uma mensagem à sua amiga (por quem dizem que se apaixonou), agradecendo a sua amizade e lealdade.

Ao que parece, essa mensagem foi o início do costume de trocar mensagens de amor no dia de S. Valentim, celebrado no dia da sua morte, a 14 de Fevereiro do ano de 269.
Ana Filipe Pinheiro

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

6º D - Exposição - Jornal da Música

No âmbito da Área de Projecto, os alunos do 6º D realizaram um "Jornal da Música" que se encontra exposto na Biblioteca.

sábado, 29 de janeiro de 2011

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

5º A - Escrita Criativa

Casei um bolo
com uma bola,
não deu resultado
não deu vitória!

Porque o bolo não rebola
e a bola não é de comer.
Muitos pontapés à bola podemos dar
e o bolo saborear.

Com muito gosto posso dizer
Que brincar com estas palavras
foi um grande prazer!
Ana Rita Sousa
Casei um bolo
com uma bola
mas quando o cebolo soube
só pensou em rebola

Então a bola
fez um jogo
coçou a carola
e riu-se logo
Rui Machado

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Casei um traço
com uma traça,
Foi tão engraçado
Fizeram uma figuraça.

No fim do casamento
O traço apercebeu-se,
Que a traça
Arrependeu-se!

Os amigos comuns
Tristes ficaram,
Coitados dos noivos
Que se odiaram!

Casei uma bola
Com um bolo,
Só que foi um espanto
Que apareceu um parolo!

A bola constipada
Espirrou para o bolo
Ficou tão envergonhada
Que foi chamar o gordo parolo.

Mas no fim
Porque a bola comeu o bolo
E então casou
Com o grande parolo!
Maria Inês
Casei o meu cavalo
Com uma cavala
Os dois fizeram
Uma grande trapalhada

O cavalo
Só queria saltar
E a cavala
Só queria nadar.

Bárbara Mendes
Casei um Cavalo
com uma Cavala,
fizeram os dois
uma grande cavalada.

Porque o Cavalo
não sabia nadar,
e a Cavala não
sabia trotear.

Os dois lá passearam
Por muitos lugares passaram
Andaram, andaram
Que no deserto pararam.

Ana Estremina

EB 1 de Quintão 1 - 2º/3º anos - Turma C

Costumes e tradições da Beira Alta

Na área de Estudo do Meio estudámos o tema “Costumes e tradições das diferentes regiões do país”.
A mãe da nossa companheira Margarida que é natural da freguesia de S. João de Lourosa, Concelho e distrito de Viseu veio falar-nos dos costumes e tradições e mostrar-nos algumas gravuras de monumentos históricos da sua região.
A senhora começou por declamar um poema dedicado à cidade de Viseu e depois contou-nos a Lenda de Viseu.
De seguida, informou-nos que Viseu é uma cidade muito antiga, com monumentos muito ricos e conhecida como a “cidade das sete torres”. A senhora trouxe-nos fotografias da Sé Catedral, do Museu Grão Vasco, da igreja da Misericórdia e da Cova de Viriato.
Em Viseu realiza-se a feira de S. Mateus de 14 de Agosto a 21 de Setembro e é uma feira secular.
Desde o ano de 1662 que se realizam festividades das Cavalhadas de Vildemoinhos que tiveram origem em desavenças entre agricultores e proprietários de moinhos. As pessoas de Vildemoinhos vinham à cidade com animais e carroças engalanados. Actualmente há um desfile de carros alegóricos, grupos de bombos, cabeçudos, gigantones, fanfarras, ranchos folclóricos e espectáculos variados para animar estas festividades.
Na gastronomia destacam-se alguns pratos típicos: cabrito assado, trutas de escabeche, vitela assada… Na doçaria são famosos: os viriatos, castanhas de ovos de Viseu, lampreia de ovos, leite-creme, pastéis de feijão…
No artesanato destacam-se os bordados de Tibaldinho, os tapetes de Arraiolos, as rendas de bilros da Torredeita, a cestaria de Vildemoinhos e a louça preta de Molelos.
Foi bom recebermos a mãe da Margarida, assim ficámos a conhecer mais coisas sobre esta região de Portugal. Também achámos as fotografias dos monumentos da cidade de Viseu, das peças de artesanato e das Cavalhadas de Vildemoinhos muito lindas.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

A Bela e os Livros

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

EB 1 de Quintão 1 - 2º/3º anos - Turma C

Caracóis de Ouro
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Era uma vez uma menina muito curiosa e simpática que vivia numa linda casinha, perto da floresta.
A menina era linda, tinha os cabelos loiros e encaracolados por isso, a mãe chamava-lhe Caracóis de Ouro.
A mãe avisava-a que havia muitos perigos na floresta, mas Caracóis de Ouro não dava importância aos conselhos da mãe e, um dia, a menina saiu de casa para descobrir a floresta.
Pelo caminho viu árvores gigantes, pássaros com penas lindíssimas, flores maravilhosas e por fim viu uma casinha muito estranha. A casinha tinha três portas: uma grande, uma média e uma pequena. Então, a menina, muito devagarinho rodou a maçaneta da porta mais pequena e entrou. Ficou espantada! Ela viu uma mesa, três cadeiras e três tigelas de sopa, todas elas de tamanhos diferentes. Como tinha fome resolveu experimentar a sopa das três tigelas, mas resolveu comer a sopa da tigela mais pequena.
A menina sentia-se cansada e cheia de sono, olhou à sua roda e viu umas escadas e subiu-as na esperança de encontrar uma cama para descansar.
Viu uma porta e abriu-a. Que surpresa! Três camas e todas diferentes! Experimentou-as todas, mas a que lhe agradou mais, foi a mais pequena.
Deitou-se e adormeceu.
Entretanto, os donos da casa chegaram e ficaram espantados. Tudo desarrumado! Os donos subiram as escadas à pressa e viram uma menina loira, deitada na cama mais pequena. Com o barulho, a menina acordou e viu três ursos. Foi um grande susto e começou a pedir desculpa. O urso grande acalmou-a e prometeu-lhe que eram seus amigos e não lhe fariam mal. A menina pediu que a deixassem ir embora.
Então, o urso grande ofereceu-se para a levar a casa e disse-lhe que podia voltar a visitá-los quando quisesse.