segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
110º Aniversário de Walt Disney

Walter Elias Disney (Chicago, 5 de dezembro de 1901 — Los Angeles, 15 de dezembro de 1966) foi um produtor cinematográfico, cineasta, diretor, roteirista, animador, empreendedor, filantropo e co-fundador da "The Walt Disney Company". Tornou-se conhecido, nas décadas de 1920 e 1930, pelas suas personagens de desenho animado, como Mickey e Pato Donald. Walt Disney também foi o criador do parque temático sediado nos Estados Unidos chamado "Disneylândia" e o fundador da corporação de entretenimento, conhecida como a "Walt Disney Company".
domingo, 27 de novembro de 2011
FADO - Património Imaterial da Humanidade 2011
Tudo isto é fado
Perguntaste-me outro dia
Se eu sabia o que era o fado
Eu disse que não sabia
Tu ficaste admirado.
Sem saber o que dizia

Eu menti naquela hora
E disse que não sabia
Mas vou-te dizer agora.
Refrão:
Almas vencidas
Noites perdidas
Sombras bizarras
Na mouraria
Canta um rufia
Choram guitarras
Amor ciúme
Cinzas e lume
Dor e pecado
Tudo isto existe
Tudo isto é triste
Tudo isto é fado.
Se queres ser o meu senhor
E teres-me sempre a teu lado
Não me fales só de amor
Fala-me também do fado.
É canção que é meu castigo
Só nasceu p'ra me perder
O fado é tudo o que eu digo
Mais o que eu não sei dizer.
Refrão
Amor ciúme
Cinzas e lume
Dor e pecado
Tudo isto existe
Tudo isto é triste
Tudo isto é fado.
Amália Rodrigues
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Receita de S. Martinho
Bombons de castanha
- Polme de castanha cozida, 300 g
- Chocolate de tablete e açúcar de calda, 150 g
- Manteiga sem sal, 60 g
- Nata, 1 dl
- Chocolate granulado, q.b.

Amolece-se o chocolate em banho-maria, juntamente com a manteiga, retiram-se, misturam-se com a nata e o açúcar e incorporam-se no polme de castanha. Mete-se no frigorífico para endurecer. Tendem-se bolinhas, que se sacodem numa tigelinha com chocolate granulado, conservando-as no frigorífico até à hora de se servirem.
Maria Manuela Limpo Caetano, "O Livro de Pantagruel"
domingo, 30 de outubro de 2011
domingo, 23 de outubro de 2011
6º A - Trava - línguas
O João foi a Baião
O João foi a Baião
de camião, mas como
ele é muito brincalhão
pensou em ir de avião
quando chegou a Baião
foi comer um grande leitão

e ficou com um grande barrigão!
Mas como ainda não estava satisfeito,
foi ao restaurante do mexilhão.
Depois nem cabia no portão!!
Sem nada a fazer foi comprar um colchão,
para dormir nas ruas de Baião.
Mas como o João tinha um grande barrigão,
não chegava à carteira que estava no seu calção.
Como não pagou o colchão foi parar à prisão da sua querida terra: Baião!!!
Afonso Fontes
sábado, 22 de outubro de 2011
Eira ladrilhada
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
domingo, 16 de outubro de 2011
Dia Mundial da Alimentação
O Caldo de Pedra

Um frade andava no peditório. Em determinada altura, cheio de fome, chegou à porta de um lavrador e aí nada lhe quiseram dar. E ele disse aos da casa:
- Vou ver se faço um caldinho de pedra.
Apanhou uma pedra do chão, sacudiu-lhe a terra e pôs-se a olhar para ela a ver se era boa para fazer um caldo. A gente da casa pôs-se a rir do frade e da sua lembrança. Perguntou o viandante:
- Então nunca comeram caldo de pedra? Só lhes digo que é uma coisa muito boa!
Responderam-lhe:
- Sempre queremos ver isso.
Foi o que o frade quis ouvir. Depois de ter lavado a pedra, falou assim:
- Se me emprestassem aí uma panelinha...
Deram-lhe uma panela de barro. Ele encheu-a de água e meteu a pedra dentro.
- Agora, se me deixassem estar a panelinha aí ao pé das brasas...
Deixaram. Assim que a pedra começou a chiar, disse ele:
- Com um bocadinho de unto é que o caldo ficava um primor!
Foram-lhe buscar um pedaço de unto. Ferveu, ferveu, e a gente da casa pasmada do que via. Provando o caldo, exclamou o frade:
- Está um bocadinho ensosso, bem precisava de uma pedrinha de sal.
Também lhe deram o sal. Temperou, provou, e:
- Agora é que uns olhinhos de couve caíam bem aqui! Até os anjos comeriam!
A dona da casa foi à horta e trouxe-lhe duas couves tenras. O frade limpou-as, ripou-as com os dedos, deitando as folhas na panela.
Quando os olhos já estavam já estavam cozidos, comentou o frade:
- Ai, um naquinho de chouriço é que lhe dava graça!
Trouxeram-lhe um pedaço de chouriço e ele deitou-o na panela. E enquanto tudo aquilo cozia, tirou pão do alforge e arranjou-se para comer com vagar. O caldo cheirava que era um regalo. Comeu e lambeu o beiço. Depois, despejava a panela, ficou a pedra no fundo.
A gente da casa, que estava com os olhos no frade, perguntou-lhe:
- Ó Irmão, então e a pedra?
Respondeu-lhes o frade:
- A pedra lavo-a e levo-a comigo para outra vez!
E assim comeu o frade em casa de quem nada lhe queria dar.
Viale Moutinho, "Contos Populares Portugueses"
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