Atualmente encontra-se exposta na Biblioteca da Escola Básica de Vila das Aves. Esta obra esteve também exposta durante a Semana da Leitura na Biblioteca Municipal de Santo Tirso. No Dia Mundial da Poesia, no âmbito da iniciativa da Câmara Municipal de Santo Tirso "A Poesia está na Rua", pôde também ser observada no Jardim dos Carvalhais.
sábado, 24 de março de 2012
Projeto aLeR+ - Escultura à Leitura
Atualmente encontra-se exposta na Biblioteca da Escola Básica de Vila das Aves. Esta obra esteve também exposta durante a Semana da Leitura na Biblioteca Municipal de Santo Tirso. No Dia Mundial da Poesia, no âmbito da iniciativa da Câmara Municipal de Santo Tirso "A Poesia está na Rua", pôde também ser observada no Jardim dos Carvalhais.
quinta-feira, 22 de março de 2012
Dia Mundial da Água
Lenda da Água
No princípio de tudo, quem mandava na Terra era o grande Deus das águas, que era poderoso, justo e grave, olhando tudo em redor com os seus imensos olhos verdes, ansioso por ver o enorme território de que era senhor povoado por criaturas pacíficas e belas. O Grande Deus das águas tinha longas barbas feitas de algas e deslocava-se de um lado para o outro à proa de gigantescas ondas que, ao contrário dos barcos, não precisavam de remos, de velas ou de motores para se movimentar. Todos o respeitavam e temiam, tamanhos eram os seus poderes.
A sua casa erguia-se no meio das rochas agrestes que formavam uma fortaleza intransponível. Lá dentro, os filhos do Grande Deus das águas brincavam com conchas e com búzios, com cavalos-marinhos e com estrelas-do-mar.
De todos os seus filhos, o mais irrequieto e atrevido era a água que por tudo e por nada amuava, tendo o reprovável hábito de invadir o espaço dos seus irmãos e de se apropriar do que lhes pertencia.
- Se não mudares de comportamento - avisou-a repetidamente o pai -, ainda terei de te dar uma lição de que não irás esquecer-te. Muda, pois, enquanto é tempo. Depois pode ser demasiado tarde.
Mas a água, que era irreverente e obstinada, pensava que as palavras do pai não passavam de palavras, isto é, de sons vagos e imprecisos que nunca se traduziriam em verdadeiros atos.(...)
Um dia, apanhando o Grande Deus das águas a dormir a sesta no terraço do palácio rochoso, decidiu pôr à prova a autoridade que limitava os seus excessos. E fê-lo de uma maneira que não deixava margem para dúvidas. Estendeu os braços e as pernas e invadiu a Terra, espraiando-se por continentes e ilhas.
A sua casa erguia-se no meio das rochas agrestes que formavam uma fortaleza intransponível. Lá dentro, os filhos do Grande Deus das águas brincavam com conchas e com búzios, com cavalos-marinhos e com estrelas-do-mar.
De todos os seus filhos, o mais irrequieto e atrevido era a água que por tudo e por nada amuava, tendo o reprovável hábito de invadir o espaço dos seus irmãos e de se apropriar do que lhes pertencia.
- Se não mudares de comportamento - avisou-a repetidamente o pai -, ainda terei de te dar uma lição de que não irás esquecer-te. Muda, pois, enquanto é tempo. Depois pode ser demasiado tarde.
Mas a água, que era irreverente e obstinada, pensava que as palavras do pai não passavam de palavras, isto é, de sons vagos e imprecisos que nunca se traduziriam em verdadeiros atos.(...)
Um dia, apanhando o Grande Deus das águas a dormir a sesta no terraço do palácio rochoso, decidiu pôr à prova a autoridade que limitava os seus excessos. E fê-lo de uma maneira que não deixava margem para dúvidas. Estendeu os braços e as pernas e invadiu a Terra, espraiando-se por continentes e ilhas.
quarta-feira, 21 de março de 2012
Dia Mundial da Poesia e da Floresta
As árvores e os livros
As árvores como os livros têm folhas
e margens lisas ou recortadas,
e capas (isto é copas) e capítulos
de flores e letras de oiro nas lombadas.
E são histórias de reis, histórias de fadas,
as mais fantásticas aventuras,
que se podem ler nas suas páginas,
no pecíolo, no limbo, nas nervuras.
As florestas são imensas bibliotecas,
e até há florestas especializadas,
com faias, bétulas e um letreiro
a dizer: «Floresta das zonas temperadas».
É evidente que não podes plantar
no teu quarto, plátanos ou azinheiras.
Para começar a construir uma biblioteca,
basta um vaso de sardinheiras.
e margens lisas ou recortadas,
e capas (isto é copas) e capítulos
de flores e letras de oiro nas lombadas.
E são histórias de reis, histórias de fadas,
as mais fantásticas aventuras,
que se podem ler nas suas páginas,
no pecíolo, no limbo, nas nervuras.
As florestas são imensas bibliotecas,
e até há florestas especializadas,
com faias, bétulas e um letreiro
a dizer: «Floresta das zonas temperadas».
É evidente que não podes plantar
no teu quarto, plátanos ou azinheiras.
Para começar a construir uma biblioteca,
basta um vaso de sardinheiras.
terça-feira, 20 de março de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
Concurso - Semana da Leitura
- 5º ano: 60
- 6º ano: 18
- 7º ano: 11
- 8º ano: 9
Total: 98 alunos
Vencedores:
- Jorge Filipe - 5º D
- Pedro Ferreira - 5º D
- Ana Costa - 5º E
- Catarina Coelho - 5º E
- Daniela Mouta - 5º E
- Inês Silva - 5º E
- Joana Ferreira - 5º E
- Joana Gonçalves - 5º E
- Tiago Martins - 5º E
- Pedro Azambuzeira - 5º F
- Tania - 5º F
- Vânia Martins - 5º F
- Ana Oliveira - 5º G
- Beatriz Amado - 5º G
- Beatriz Azevedo - 5º G
- Bruno Pinto - 5º G
- Diogo Fernandes - 5º G
- Ricardo Martins - 5º G
- Alexandre Pimenta - 5º H
- André Monteiro - 5º H
- Cátia Carneiro - 5º H
- César Carneiro - 5º H
- Diogo Ferreira - 5º H
- Diogo Martins - 5º H
- Gonçalo Moura - 5º H
- Helena Oliveira - 5º H
- Inês Carneiro - 5º H
- Maria Eduarda Almeida - 5º H
- Maria Martins - 5º H
- Rui Teixeira - 5º H
- Tânia Barroso - 5º H
- Vítor Costa - 5º H
- Ana Ribeiro - 6º A
- Joana Lopes - 6º A
- Jéssica Silva - 6º D
sexta-feira, 16 de março de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
quarta-feira, 7 de março de 2012
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Semana da Leitura - Autora Adelaide Moreira na BE da EB de Vila das Aves
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
EB1/JI de Quintão nº1 - Poesias
O Peixinho Azul
Era uma vez um peixinho
Que morava no mar
Chamava-se Azul
E adorava nadar.
O peixinho tinha um sonho
Que queria concretizar
Sonhava ser golfinho
E mergulhar no fundo do mar.
Certo dia avistou
Nas ondas do mar
Uma fada sereia
Que o poderia ajudar.
Apenas um desejo
Ela poderia satisfazer
E o peixinho Azul
Não demorou a responder.
- Que desejo é esse
Que tens para me contar?
- Sonho ser golfinho
Para mergulhar no fundo do mar.
- Teu desejo é uma ordem
Disse a sereia ao peixinho
E com um toque de magia
Transformou-o num golfinho.
Com o sonho concretizado
Não tardou em mergulhar
A felicidade era tanta
Que queria festejar.
Era uma vez um peixinho
Que morava no mar
Chamava-se Azul
E adorava nadar.
O peixinho tinha um sonho
Que queria concretizar
Sonhava ser golfinho
E mergulhar no fundo do mar.
Certo dia avistou
Nas ondas do mar

Uma fada sereia
Que o poderia ajudar.
Apenas um desejo
Ela poderia satisfazer
E o peixinho Azul
Não demorou a responder.
- Que desejo é esse
Que tens para me contar?
- Sonho ser golfinho
Para mergulhar no fundo do mar.
- Teu desejo é uma ordem
Disse a sereia ao peixinho
E com um toque de magia
Transformou-o num golfinho.
Com o sonho concretizado
Não tardou em mergulhar
A felicidade era tanta
Que queria festejar.
Tatiana – 4º ano
Os habitantes do mar
Peixinho Azul
Que habitas no mar
Traz-me uma alga
Para eu brincar.
Baleia poderosa
Que habitas no mar
Se não me engolisses
Contigo iria nadar.
Estrelinha dourada
Que habitas no mar
Se soubesses voar
Levavas-me a ver o luar.
Tubarão, grande comilão
Que habitas no mar
Dá-me um peixinho
Para o meu jantar.
Polvo das pernas compridas
Que habitas no mar
Dá-me a tua tinta
Para eu aprender a pintar.
Peixinho Azul
Que habitas no mar
Traz-me uma alga
Para eu brincar.
Baleia poderosa

Que habitas no mar
Se não me engolisses
Contigo iria nadar.
Estrelinha dourada
Que habitas no mar
Se soubesses voar
Levavas-me a ver o luar.
Tubarão, grande comilão
Que habitas no mar
Dá-me um peixinho
Para o meu jantar.
Polvo das pernas compridas
Que habitas no mar
Dá-me a tua tinta
Para eu aprender a pintar.
2º/3º/4º Anos
O Peixinho Azul
Era uma vez um peixinho
que vivia no mar
era muito pequenino
e gostava de brincar.
O peixinho tinha um sonho
Era poder um dia voar
No imenso céu azul
Sem ninguém o incomodar.
O sonho não se concretizou
Mas ele sempre a nadar
Tornou-se num grande peixe
Sem nunca chegar a voar.
Nem os tubarões grandes
O conseguiam apanhar
Ele nadava tanto
Que até o mar conseguia encantar.
Era uma vez um peixinho
que vivia no mar
era muito pequenino
e gostava de brincar.
O peixinho tinha um sonho

Era poder um dia voar
No imenso céu azul
Sem ninguém o incomodar.
O sonho não se concretizou
Mas ele sempre a nadar
Tornou-se num grande peixe
Sem nunca chegar a voar.
Nem os tubarões grandes
O conseguiam apanhar
Ele nadava tanto
Que até o mar conseguia encantar.
José Lázaro – 4º ano
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
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